Ou, a bíblia está errada? Ou, existe outro padrão bíblico para a família sacerdotal? Ou, a igreja é de quem?
Ontem à noite ouvi uma reportagem da CBN falando de uma igreja: A chamada igreja contemporânea, um lugar adepto ao movimento Gay, que tem alcançado um grupo de pessoas que dizem ter encontrado um lugar para adorar a Deus sem preconceito.
Na reportagem, obviamente, entrevistaram seus respectivos lideres, dois homens que se casaram numa cerimônia religiosa sob as “bênçãos” da mesma “igreja”, e que recentemente oficializaram a união estável, respaldados pela desrespeitosa e hilária decisão dos senhores ministros do STF, que além de banalizar a opinião pública, feriram a Constituição Brasileira ao invés de cumprir o papel de defendê-la. Mais isto é outro assunto...
Ao ouvir a tendenciosa entrevista fiquei indignado! Principalmente, depois de ouvir um dos dois “pastores” gays (Não me lembro qual dos dois, se alguém souber, por favor, me ajude) dizendo que fundou a igreja após, “entre outras revelações”, perceber que na Bíblia nem ao menos se cita a palavra “homossexual”. Bem, fundou a igreja? E quem o deu autoridade para isto? Quais foram às qualificações observadas para tal liderança? Da própria bíblia, ou a que mais interessa? E quem o deu o título de pastor? E o ministério sacerdotal, nasceu baseado na vocação Divina ou na bandeira gay? Qual o fundamento de tudo isto? Alias, tem fundamento?
Fiquei por alguns instantes pensando em tais questões! Perguntei-me se o pessoal de lá não lêem a bíblia, ou se lêem somente o que interessa, ou se na pior das hipóteses deturpam o que é verdade. Fiquei pensando na teologia barata, miserável e herética deste cidadão. Acho que lhe faltou ler, por exemplo, I Timóteo 3.1-13 onde ensina, entre outras coisas, que aquele (homem) que aspira ao episcopado deve se “esposo” de uma só “mulher”, (...) que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo respeito (pois se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?). Ou seja, uma das qualificações para cuidar da igreja de Deus é – tenho que dizer - o matrimonio com alguém do sexo opoooosto... E monogâmico, diga-se de passagem. Ou, a bíblia está errada? Ou, existe outro padrão bíblico para a família sacerdotal? Ou, a igreja é de quem?
O triste é que nesta bagunça eclesiástica muitos caem no engodo. São enganados e encarcerados numa mentira. E pior, existe aqueles que apoiam. E mais triste ainda, existem aqueles que seguem. E seguem com todo fervor.
Bem, nisto preceitos invioláveis passam a ser relativos e veredas antigas tornam-se ultrapassadas. Tudo em nome da opção sexual. Ou seja, para justificar uma prática vale tudo.
Que é isto minha gente? Igreja? Pra mim está mais para um refúgio de insatisfeitos, do que para um lugar de verdadeira transformação.
Pensemos nisto!
Em Cristo, a Quem prestaremos conta,
H. S. Lima
Por que Dele, por meio Dele, para Ele são todas coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém! (Rm. 11.36)
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
A eterna linguagem do amor.
Comunicar o amor é um dom. Aproveitar a oportunidade para demonstrá-lo é um privilégio. Lembro-me certa vez que visitei uma família extremamente carente. Neste dia deparei-me com uma situação bem inusitada: A mãe daquele lar contou-me que sua filha mais velha tinha vinte e sete anos e que era surda desde nascença. Acredite: Além de não ouvir e falar verbalmente, não sabia falar a linguagem de sinais. Nunca havia ido à escola. Vivia noventa por cento do seu tempo enclausurada dentro do quarto e só se comunicava através de alguns sinais que só a mãe conhecia muito bem. Sem dúvida, minha figura era – em todos os sentidos – um estranho para aquela moça. Entretanto, fui impelido a pedir àquela mãe que me permitisse vê-la, o que prontamente aceitou. Resultado: Quando aquela moça despontou na porta do quarto e de lá me viu sentado no sofá da sala, olhou-me arredia e recuou imediatamente. Levantei-me na hora movido de compaixão e ergui meus braços num gesto de aceitação, na esperança de ser cativante. À princípio não fui bem recepcionado, o que já era esperado. Tratava-se de uma experiência nova para mim, e talvez, para ela. Entretanto, à medida que procurei demonstrar afetividade misturada com persistência, percebi muralhas sendo literalmente destruídas. Rasguei então um espaçoso sorriso e subitamente percebi também uma resposta. Um sorriso tímido naquele rosto assustado começou a se formar. Minha esperança ágape, então, reacendeu... Aproveitei o instante, e mais uma vez estendi os braços. Graças a Deus, enfim, comecei a ter êxito. Timidamente ela começou a dar alguns passos para frente. Não perdi tempo e antecipei-me em sua direção. Foi algo extraordinariamente gigante, simplesmente gratificante, maravilhosamente inesquecível. Quando a abracei (Aleluia!!!), percebi que o amor venceu a vergonha e o medo. Ele comunicou a importância da vida, desmascarou a solidão, e semeou a alegria. Bastou uma insistência, um gesto, uma atitude, mesmo diante de uma aparente rejeição. Naquele eterno instante, em meio aquela carência, e diante daquela situação inusitada, aquela mãe com os olhos lagrimejando, e com a voz embargada, irrompeu com a palavra “Obrigada!”. Foi então que percebi também que não só aquela mãe desenvolvera alguns sinais a fim de comunicar-se com a filha. Eu também havia aprendido, na prática e de forma bem simples, uma linguagem que em todos os cantos da terra, e principalmente nos dias de hoje, pode e deve ser muito bem utilizada: A eterna linguagem do amor.
Que lhe conceda uma semana inesquecível!
Com amor,
H. S. Lima
Que lhe conceda uma semana inesquecível!
Com amor,
H. S. Lima
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
PASSEMOS PARA A OUTRA MARGEM. Aceita o desafio?
Por Hugo S. Lima
O dia já estava partindo. Depois de horas maravilhosas de ensinos eternos, havia chegado à hora de despedir a multidão. Ele não via à hora para uma “pausa”, onde pudesse reclinar sua cabeça sobre um ótimo travesseiro e descansar. Eis um momento oportuno: Na travessia do mar da Galiléia.
Para tanto, Sua assertiva orientação, para seus amados discípulos, foi muito bem clara: “Passemos para a oura margem” (Mc. 4.35.41). Ou seja, Jesus havia dado um destino. Os discípulos estavam debaixo de uma orientação dada pelo Mestre. No entanto, no meio do caminho, eles enfrentaram uma grande tempestade. Note que Jesus deu uma direção, mas em nenhum momento disse que eles enfrentariam tão grande adversidade. Engraçado, não?!
Agora, o mais engraçado ainda é saber que o mesmo acontece conosco.
Entretanto, será que Jesus nos dá uma direção, para naufragarmos no meio do caminho? Certamente, não! Em nossa jornada diária, nosso Deus nunca disse que não teremos problemas, mas Ele sempre nos disse que se tivermos fé, seremos mais que vencedores. Em muitas ocasiões, Ele não nos livra “da” tempestade, mas sim “na” tempestade.
Muitas vezes estamos cumprindo a direção, e no meio da jornada, enfrentamos adversidades, invisíveis, visíveis, ventos, ondas... Elas se levantam, para que não venhamos desfrutar das bênçãos e vitórias que existem na outra margem.
Tantas vezes, nossos próprios erros provocam essas tempestades. Circunstâncias vêem como grandes temporais. Outras vezes, forças espirituais conspiram para trazer embaraços na vida. Tanto nossas imperfeições e circunstâncias, como também demônios, muitas vezes se levantam como limitadores para não cumprirmos nosso propósito de ir até a outra margem.
Contudo, tenhamos fé! É preciso crer que por trás das grandes tempestades existem grandes experiências que só Deus pode nos dá. É por meio da fé que cumpriremos nossos objetivos. Chegaremos à outra margem, sim! Isto por que, quem está debaixo da direção de Jesus e crer nela, pode até enfrentar tempestades, mas com certeza, nunca vai afundar no mar da vida.
Afinal, Jesus não nos dará uma direção clara, para que venhamos naufragar no meio da jornada. Ele sempre nos dirá: “Passemos para a outra margem”. A questão é: Você aceitará o desafio?
Pense nisto!
Em Cristo, Nosso Socorro
Hugo S. Lima
O dia já estava partindo. Depois de horas maravilhosas de ensinos eternos, havia chegado à hora de despedir a multidão. Ele não via à hora para uma “pausa”, onde pudesse reclinar sua cabeça sobre um ótimo travesseiro e descansar. Eis um momento oportuno: Na travessia do mar da Galiléia.
Para tanto, Sua assertiva orientação, para seus amados discípulos, foi muito bem clara: “Passemos para a oura margem” (Mc. 4.35.41). Ou seja, Jesus havia dado um destino. Os discípulos estavam debaixo de uma orientação dada pelo Mestre. No entanto, no meio do caminho, eles enfrentaram uma grande tempestade. Note que Jesus deu uma direção, mas em nenhum momento disse que eles enfrentariam tão grande adversidade. Engraçado, não?!
Agora, o mais engraçado ainda é saber que o mesmo acontece conosco.
Entretanto, será que Jesus nos dá uma direção, para naufragarmos no meio do caminho? Certamente, não! Em nossa jornada diária, nosso Deus nunca disse que não teremos problemas, mas Ele sempre nos disse que se tivermos fé, seremos mais que vencedores. Em muitas ocasiões, Ele não nos livra “da” tempestade, mas sim “na” tempestade.
Muitas vezes estamos cumprindo a direção, e no meio da jornada, enfrentamos adversidades, invisíveis, visíveis, ventos, ondas... Elas se levantam, para que não venhamos desfrutar das bênçãos e vitórias que existem na outra margem.
Tantas vezes, nossos próprios erros provocam essas tempestades. Circunstâncias vêem como grandes temporais. Outras vezes, forças espirituais conspiram para trazer embaraços na vida. Tanto nossas imperfeições e circunstâncias, como também demônios, muitas vezes se levantam como limitadores para não cumprirmos nosso propósito de ir até a outra margem.
Contudo, tenhamos fé! É preciso crer que por trás das grandes tempestades existem grandes experiências que só Deus pode nos dá. É por meio da fé que cumpriremos nossos objetivos. Chegaremos à outra margem, sim! Isto por que, quem está debaixo da direção de Jesus e crer nela, pode até enfrentar tempestades, mas com certeza, nunca vai afundar no mar da vida.
Afinal, Jesus não nos dará uma direção clara, para que venhamos naufragar no meio da jornada. Ele sempre nos dirá: “Passemos para a outra margem”. A questão é: Você aceitará o desafio?
Pense nisto!
Em Cristo, Nosso Socorro
Hugo S. Lima
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
TROQUE O SEU FARDO. LOGO!
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados...”
(Mateus 11.28-30)
Com a frase cima aprendemos que viver sem sobrecargas não é o fundamento da vida cristã. Ter “bem estar” não é o propósito principal, é a conseqüência. A primazia do evangelho está na primeira Palavra da frase citada pelo nosso Senhor Jesus: “Vinde”. Ou seja, o seu modo de vida é determinado por aquilo que você busca. O seu estilo de vida é resultado da sua atitude de ir. “Vinde” é a palavra do nosso Senhor para as nossas vidas. A pergunta, contudo, é: Para onde estamos indo? Em que direção? Pois Jesus é claro ao dizer: “Vinde”. Mas a quem? Eis a resposta: “A mim”. Aqui há um convite que desvenda uma recompensa. O convite é: “Vinde a mim”. A recompensa é: “Eu vos aliviarei”.
O jugo suave e o fardo leve
Existe, porém, um detalhe. Jesus também disse: Tomai sobre vós o meu jugo. Ou seja, o fato de Jesus desejar te dar uma vida leve e sem sobrecarga, não significa que você não terá certo jugo a carregar na sua caminhada. Parece contraditório, mas não é! Jesus está oferecendo uma troca. Troque seu cansaço e sua sobrecarga pessoal, pelo fardo que Ele tem a oferecer. E logo adiante, ele diz: Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Ou seja, existe um fardo que Ele permite carregarmos. É algo que não está acima da nossa capacidade. A Bíblia nunca disse que teríamos uma vida perfeita, onde não teríamos nenhum problema, nenhuma adversidade, nenhum fardo a carregar... Mas, a bíblia é clara ao dizer que podemos ter uma vida poderosamente triunfante.
Assim, há momentos em que enfrentamos situações difíceis na jornada. Porém, Jesus nos diz: Este fardo que Estou permitindo é leve, e por meio da obediência você pode superá-lo. A bíblia diz: A leve e momentânea a tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação (II Cor. 4.17)
A arte de aprender
Entretanto, surge-nos outra pergunta: Por que Deus permite carregarmos um fardo leve? Por que Deus permite enfrentarmos um jugo? Por que Deus permite certas situações em nossa vida? A resposta está na seqüência dos versos: Às vezes Deus permite os fardos que temos que carregar para que possamos aprender. O verso diz: “e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração”. A promoção depende da capacidade de absorver o aprendizado e colocá-lo e prática. Alguém disse certa vez: “Não ignore as lutas da vida, pois elas vêm com uma carta de promoção”.
O problema de muitas pessoas é que elas não aprendem com o fardo leve e o jugo suave. Ou seja, elas não aprendem com Jesus nas adversidades que enfrentam na vida. Elas não enxergam as adversidades como meio de aprendizado e crescimento exponencial. E por não aprenderem, o jugo e o fardo que eram para ser leves e suaves se tornam pesados e enfadonhos. Precisamos aprender que a ignorância torna o jugo pesado. A lição é: Se você estiver enfrentando um fardo ou um jugo na sua vida, aprenda. O desafio é pensar correto: O que posso aprender através desta situação?
Pare de culpar
Quando isto não acontece tendemos a culpar as pessoas ou circunstâncias da vida. E quem assim o faz, age como escravo e não como príncipe. Verdade precisa ser dita: Quando você culpa outros, ou o seu cônjuge, ou o seu casamento, ou o seu patrão, ou sei lá quem ou o que, você não está vivendo como alguém destinado a excelência. A culpa, simplesmente, trava a grandeza que existe dentro de você e se torna um empecilho para o seu amadurecimento espiritual e emocional. Ela te faz centralizar no exterior e não no interior.
Encontrando descanso
Aprendendo com Ele, você encontrará aquilo que todos nós precisamos. Você encontrará descanso que é a recompensa. O caminho para o descanso é o aprendizado. Quando você aprende, o verso diz: “e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”.
Alma fala de consciência emocional. Fala de vontades e desejos. Fala do seu interior e dos seus sentimentos. Jesus está falando sobre a importância de viver livre de stress e preocupações, amarguras e angustias. Jesus está falando de uma alma livre donde fluem os rios de Água Viva. Quando você vai até Jesus e toma o fardo Dele, você aprende com Ele e acha Nele o descanso tão desejado.
Hoje, você tem esta oportunidade. Abra, portanto, o seu coração, e vá até Jesus. Pegue o fardo Dele, aprenda com Ele, descanse Nele. Estes passos, certamente, te conduzirão para uma vida infinitamente melhor.
Tudo depende de você. A decisão de trocar o fardo é sua. Se eu fosse você, trocaria logo!
Que Deus te abençoe
Pr. Hugo
(Mateus 11.28-30)
Com a frase cima aprendemos que viver sem sobrecargas não é o fundamento da vida cristã. Ter “bem estar” não é o propósito principal, é a conseqüência. A primazia do evangelho está na primeira Palavra da frase citada pelo nosso Senhor Jesus: “Vinde”. Ou seja, o seu modo de vida é determinado por aquilo que você busca. O seu estilo de vida é resultado da sua atitude de ir. “Vinde” é a palavra do nosso Senhor para as nossas vidas. A pergunta, contudo, é: Para onde estamos indo? Em que direção? Pois Jesus é claro ao dizer: “Vinde”. Mas a quem? Eis a resposta: “A mim”. Aqui há um convite que desvenda uma recompensa. O convite é: “Vinde a mim”. A recompensa é: “Eu vos aliviarei”.
O jugo suave e o fardo leve
Existe, porém, um detalhe. Jesus também disse: Tomai sobre vós o meu jugo. Ou seja, o fato de Jesus desejar te dar uma vida leve e sem sobrecarga, não significa que você não terá certo jugo a carregar na sua caminhada. Parece contraditório, mas não é! Jesus está oferecendo uma troca. Troque seu cansaço e sua sobrecarga pessoal, pelo fardo que Ele tem a oferecer. E logo adiante, ele diz: Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Ou seja, existe um fardo que Ele permite carregarmos. É algo que não está acima da nossa capacidade. A Bíblia nunca disse que teríamos uma vida perfeita, onde não teríamos nenhum problema, nenhuma adversidade, nenhum fardo a carregar... Mas, a bíblia é clara ao dizer que podemos ter uma vida poderosamente triunfante.
Assim, há momentos em que enfrentamos situações difíceis na jornada. Porém, Jesus nos diz: Este fardo que Estou permitindo é leve, e por meio da obediência você pode superá-lo. A bíblia diz: A leve e momentânea a tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação (II Cor. 4.17)
A arte de aprender
Entretanto, surge-nos outra pergunta: Por que Deus permite carregarmos um fardo leve? Por que Deus permite enfrentarmos um jugo? Por que Deus permite certas situações em nossa vida? A resposta está na seqüência dos versos: Às vezes Deus permite os fardos que temos que carregar para que possamos aprender. O verso diz: “e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração”. A promoção depende da capacidade de absorver o aprendizado e colocá-lo e prática. Alguém disse certa vez: “Não ignore as lutas da vida, pois elas vêm com uma carta de promoção”.
O problema de muitas pessoas é que elas não aprendem com o fardo leve e o jugo suave. Ou seja, elas não aprendem com Jesus nas adversidades que enfrentam na vida. Elas não enxergam as adversidades como meio de aprendizado e crescimento exponencial. E por não aprenderem, o jugo e o fardo que eram para ser leves e suaves se tornam pesados e enfadonhos. Precisamos aprender que a ignorância torna o jugo pesado. A lição é: Se você estiver enfrentando um fardo ou um jugo na sua vida, aprenda. O desafio é pensar correto: O que posso aprender através desta situação?
Pare de culpar
Quando isto não acontece tendemos a culpar as pessoas ou circunstâncias da vida. E quem assim o faz, age como escravo e não como príncipe. Verdade precisa ser dita: Quando você culpa outros, ou o seu cônjuge, ou o seu casamento, ou o seu patrão, ou sei lá quem ou o que, você não está vivendo como alguém destinado a excelência. A culpa, simplesmente, trava a grandeza que existe dentro de você e se torna um empecilho para o seu amadurecimento espiritual e emocional. Ela te faz centralizar no exterior e não no interior.
Encontrando descanso
Aprendendo com Ele, você encontrará aquilo que todos nós precisamos. Você encontrará descanso que é a recompensa. O caminho para o descanso é o aprendizado. Quando você aprende, o verso diz: “e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”.
Alma fala de consciência emocional. Fala de vontades e desejos. Fala do seu interior e dos seus sentimentos. Jesus está falando sobre a importância de viver livre de stress e preocupações, amarguras e angustias. Jesus está falando de uma alma livre donde fluem os rios de Água Viva. Quando você vai até Jesus e toma o fardo Dele, você aprende com Ele e acha Nele o descanso tão desejado.
Hoje, você tem esta oportunidade. Abra, portanto, o seu coração, e vá até Jesus. Pegue o fardo Dele, aprenda com Ele, descanse Nele. Estes passos, certamente, te conduzirão para uma vida infinitamente melhor.
Tudo depende de você. A decisão de trocar o fardo é sua. Se eu fosse você, trocaria logo!
Que Deus te abençoe
Pr. Hugo
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O MAL QUE NOS REDUZ A NÃO EXISTÊNCIA
Nada neste mundo talvez seja mais cruel do que a indiferença. Um mal incutido no ego de muitos homens, que movidos pela necessidade de aceitação, e mais ainda de auto-satisfação, atropelam sem pestanejar o mais simples dos mortais.
É a impassibilidade latente; a apatia calculista; a inércia gritante promovendo a desumanidade. Como resultado: famílias são solapadas, casamentos destruídos, filhos ignorados. A moralidade é negociada e o absoluto é relativizado. O abraço caloroso é substituído pelo “virar as costas” e o bom senso, ferramenta indispensável nas relações humanas, torna-se completamente dispensável.
Muitas vezes ela se manifesta sutil, sorrateiramente e silenciosa. Outras tantas, declarada abertamente como uma carta de afronta. O mundo precisa acordar!
Elie Weisel, conhecedor deste mal, já disse: “A indiferença reduz o outro a uma não existência”. Esta é a mais pura verdade, nua e crua! Espelho de nossos dias. Mal do nosso século.
Outro dia li um texto que exemplifica isto. Na lauda contava a história de um homem que foi assaltado e espancado por alguns malfeitores. A brutalidade foi tão grande que o mesmo foi deixado semimorto pelo caminho. Horas depois passou um individuo que de longe olhou e de longe ficou, passando de largo sem se comprometer com a situação diante dos seus olhos. Mais tarde, outro cidadão passou pelo mesmo caminho e assumiu a mesma postura. Desviou-se do que viu na maior cara de pau e continuou sua jornada, sem ao menos olhar para trás. Mais tarde ainda, um terceiro passou. Era alguém de outra cidade cujo povo conflitava com os daquele homem semimorto. Contudo, foi o único que se propôs a estender as mãos. O homem improvável esqueceu suas diferenças, e fez o que se espera de alguém que tem o mínimo de dignidade: Demonstrou amor.
Primeiro ele se compadeceu. Mas não ficou somente nisto - o que muitos, infelizmente fazem. Ele parou sua jornada, em prol de alguém. Arregaçou as mangas e prestou os primeiros socorros. Cuidou das feridas do outro, como se fossem suas. Animosamente levou-o a uma hospedaria mais próxima a fim de tratá-lo melhor. E, como se não bastasse, no dia seguinte ainda arrancou alguns reais do bolso e deu ao gerente local sob a seguinte orientação: “Cuida dele, e se ele precisar de mais dinheiro coloca na minha conta”.
Ao ler este texto percebi como ele se encaixa perfeitamente em nossos dias. São tantos que passam de largo sem se importar com a vida. Sem dá valor ao seu próximo. Sem demonstrar um mínimo de generosidade, muito menos disposição para abrir a carteira. Eles preferem o silêncio cúmplice e o descompromisso com a vida, mesmo que isso deforme e cauterize a consciência.
Por outro lado, entretanto, percebemos a existência daqueles que fazem toda a diferença na vida de alguém. O que eles representam, a classe dos indiferentes rasteja aos pés. São pessoas das quais o mundo não é digno, contudo necessita.
Aprendo aqui que a indiferença pode ser inimiga mortal da misericórdia, porém, ela é infinitamente mais fraca quando demonstramos compaixão. Isto mesmo! Afinal, não podemos esquecer que é preciso amar a Deus acima de todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.
Desta forma, portanto, ao invés de sermos contaminados com indiferença, ousemos aprender com parábola do bom samaritano, citada por Jesus no evangelho de Lucas 10.34-37. Ela foi o texto que me referi acima, e por ser tão maravilhoso não poderia deixar de compartilhar com você.
Que Deus te abençoe!
H. S. Lima
É a impassibilidade latente; a apatia calculista; a inércia gritante promovendo a desumanidade. Como resultado: famílias são solapadas, casamentos destruídos, filhos ignorados. A moralidade é negociada e o absoluto é relativizado. O abraço caloroso é substituído pelo “virar as costas” e o bom senso, ferramenta indispensável nas relações humanas, torna-se completamente dispensável.
Muitas vezes ela se manifesta sutil, sorrateiramente e silenciosa. Outras tantas, declarada abertamente como uma carta de afronta. O mundo precisa acordar!
Elie Weisel, conhecedor deste mal, já disse: “A indiferença reduz o outro a uma não existência”. Esta é a mais pura verdade, nua e crua! Espelho de nossos dias. Mal do nosso século.
Outro dia li um texto que exemplifica isto. Na lauda contava a história de um homem que foi assaltado e espancado por alguns malfeitores. A brutalidade foi tão grande que o mesmo foi deixado semimorto pelo caminho. Horas depois passou um individuo que de longe olhou e de longe ficou, passando de largo sem se comprometer com a situação diante dos seus olhos. Mais tarde, outro cidadão passou pelo mesmo caminho e assumiu a mesma postura. Desviou-se do que viu na maior cara de pau e continuou sua jornada, sem ao menos olhar para trás. Mais tarde ainda, um terceiro passou. Era alguém de outra cidade cujo povo conflitava com os daquele homem semimorto. Contudo, foi o único que se propôs a estender as mãos. O homem improvável esqueceu suas diferenças, e fez o que se espera de alguém que tem o mínimo de dignidade: Demonstrou amor.
Primeiro ele se compadeceu. Mas não ficou somente nisto - o que muitos, infelizmente fazem. Ele parou sua jornada, em prol de alguém. Arregaçou as mangas e prestou os primeiros socorros. Cuidou das feridas do outro, como se fossem suas. Animosamente levou-o a uma hospedaria mais próxima a fim de tratá-lo melhor. E, como se não bastasse, no dia seguinte ainda arrancou alguns reais do bolso e deu ao gerente local sob a seguinte orientação: “Cuida dele, e se ele precisar de mais dinheiro coloca na minha conta”.
Ao ler este texto percebi como ele se encaixa perfeitamente em nossos dias. São tantos que passam de largo sem se importar com a vida. Sem dá valor ao seu próximo. Sem demonstrar um mínimo de generosidade, muito menos disposição para abrir a carteira. Eles preferem o silêncio cúmplice e o descompromisso com a vida, mesmo que isso deforme e cauterize a consciência.
Por outro lado, entretanto, percebemos a existência daqueles que fazem toda a diferença na vida de alguém. O que eles representam, a classe dos indiferentes rasteja aos pés. São pessoas das quais o mundo não é digno, contudo necessita.
Aprendo aqui que a indiferença pode ser inimiga mortal da misericórdia, porém, ela é infinitamente mais fraca quando demonstramos compaixão. Isto mesmo! Afinal, não podemos esquecer que é preciso amar a Deus acima de todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos.
Desta forma, portanto, ao invés de sermos contaminados com indiferença, ousemos aprender com parábola do bom samaritano, citada por Jesus no evangelho de Lucas 10.34-37. Ela foi o texto que me referi acima, e por ser tão maravilhoso não poderia deixar de compartilhar com você.
Que Deus te abençoe!
H. S. Lima
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
EXPLORANDO AS PROFUNDEZAS DA DEVOÇÃO
Nosso Senhor Jesus – o maior Líder de todos os tempos – gostava de se afastar para “um lugar deserto”, não para se isolar das pessoas, mas para está próximo de Deus. Isto era a Sua prioridade! Seguindo o exemplo, John Wesley – A tocha tirada do fogo –, acordava às cinco da manhã para orar e transcrever seus sermões. Foi assim que começou seu ministério e assim continuou até partir para glória.
É fato que o horário e o lugar que você consagra para o seu devocional são fundamentais para o bem estar da sua vida e ministério. Por tanto, faça disto sua prioridade número um. Aproveite o máximo possível cada instante e permita que o Espírito Santo seja o condutor deste maravilhoso momento. Somente por meio do Seu auxílio, seu devocional pode, de fato, ser produtivo.
Quando você perceber, mediante sincera dedicação, que isto é perfeitamente possível, chegará naturalmente à conclusão que seu ministério é, antes de tudo, resultado da sua vida pessoal com Deus. Sim! O poder que se manifesta em público é apaixonadamente adquirido em secreto. O pregador que, eloqüentemente anunciar à multidão, é antes o homem que em secreto conhece o Espírito Santo. Aquele que conduz as ovelhas do Grande Pastor é o mesmo que, na sua devoção, adquiriu a sabedoria necessária para apontar o caminho. Eis uma grande verdade!
Verdade esta capaz de mudar destinos. Isto mesmo! O ministério é o meio pelo qual dispomos nossos talentos para, a serviço da obra de Deus, contribuirmos para transformação de vidas. O devocional diário é o meio por onde isto começa.
Quando diante disto, você também chegará à benéfica conclusão que a vida devocional diária nos conduz a sermos espirituais. Ela produz em nós os frutos Espírito. Afasta-nos do pecado e nos mantém em alerta, afim de não satisfazermos os caprichos da carne.
Não são poucos os que têm sérios problemas nesta área. Muitos apriscos acabam sofrendo terrivelmente as conseqüências de um servo de Deus que se deixou ser seduzido pela concupiscência dos olhos.
É preciso constante vigília!
A busca devocional diária é o melhor meio para que isto seja conquistado. Afinal, a queda não acontece de um dia para o outro, assim como a santidade se produz diariamente, por meio do nosso devocional, que além de nos fortalecer, afasta-nos da soberba – a mãe de todos os pecados, e produz em nós um senso de dependência contínua.
Quando movidos por esta dependência, começamos a perceber que somente a prática da santidade, por meio de uma sincera busca, nos concede a capacidade de superar nossas dores, vícios e tentações, levando-nos a triunfar nas batalhas do nosso dia-a-dia
Em terceiro lugar, você também notará nesta busca sincera que o exercício do devocional diário se tornará um santo refúgio, onde encontramos alivio para as pressões do ministério. Nenhuma outra função é carregada de maior pressão do que esta. Lidamos diariamente, em nome da fé, com os maiores extremos da vida. Tudo com um único objetivo: Levar o Reino de Deus ao coração do máximo possível de seres humanos. Quando diante dessas pressões, temos as “pausas” santas. É quando recostamos nosso coração na infinita graça de descansarmos na presença de Deus como espelho daquilo que será na eternidade. Ali, encontramos segurança e refúgio para nossa alma. Descanso necessário para “recarregar as baterias” a fim de prosseguir leal a vocação que nos foi confiada. Afinal, não há refúgio maior, para um servo dedicado, do que os braços do Pai.
Empenhando-nos para tal, encontramos enfim, o que só ELE pode nos conceder. Aquilo que nos faz ir além de nós mesmos. O que nos faz superar nossos limites. O diferencial na vida de todo ministro de Deus. Encontramos “PODER”. Isto mesmo! O devocional diário é como um imã capaz de atrair poder do Céu para nossa vida pessoal e ministerial.
É este poder, alcançado por meio desta busca sincera, que nos faz ministros incomuns. É por meio dele que o nosso ministério se torna um instrumento de Deus para impactar nosso tempo, e deixar um legado divino para a próxima geração.
Que maravilha! Explorar as profundezas da devoção nos leva a descobrir na terra, o PODER do Céu!
Contudo, é preciso entender algo: A vida devocional é fruto de uma renovação da mente que vem por meio da disciplina. Não podemos desanimar caso encontremos dificuldades para isto. Quanto mais disciplinarmos nossa mente à devoção, mais poder teremos para prosseguir.
No livro escrito aos Romanos o apóstolo Paulo afirma: “E não vos conformeis com este século, mas transformais-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm. 12.2).
Disciplinar a mente à prática do devocional é uma escolha pessoal que exigirá profunda dedicação. É uma disciplina espiritual que quando se torna um habito, eleva-nos.
Que Deus nos abençoe!
Até a próxima...
Hugo S. Lima
segunda-feira, 26 de julho de 2010
ÉTICA – Uma breve reflexão
Dias atrás em uma conversa, alguém me sugeriu compartilhar (por aqui) algo sobre ética. Achei a idéia um tanto interessante, de forma que, em minhas solitárias, aventureiras e curtas reflexões, não deixei de meditar no assunto, o que me fez transcrever algumas poucas palavras.
Como bem sabemos ética é um padrão de conduta moral que fundamenta os nossos valores e norteia nossas decisões e comportamentos. Exercê-la significa respeitar princípios inegociáveis da vida, fundamentados em verdades estabelecidas. Assim, todo ser humano, grupos e instituições possuem um código de ética que clareia a linha tênue entre o que é coerente e insensato a ser feito.
Como cristão que somos, exercer a ética não é um a opção, mas um dever! E mais, a Verdade que fundamenta nosso padrão ético são as Sagradas Escrituras. Assim, nossa conduta como irmãos em Cristo e representantes do Reino de Deus precisa fundamentalmente responder as seguintes perguntas: “A ética bíblica me permite agir desta forma?” Ou: “O que Jesus faria em meu lugar?”
Este conceito simplesmente indica que nossa consciência moral precisa ser alertada pela ética bíblica. Se diariamente, como cristãos, não condicionamos nossa mente e coração a meditar na Palavra de Deus, será uma questão de tempo a negociação dos Seus valores.
Desta forma, precisamos tanto vigiar sobre nossa conduta, como também resistir biblicamente à antiética daqueles que se dizem cristãos e agem pior do que o incrédulo. Sem dúvida, há um grande número de pessoas e líderes em nossa geração precisando rever a própria consciência, mudar a conduta pessoal e somar com o Reino de Deus ao invés de dividi-lo.
Quando Nosso Senhor Jesus disse: “Ai daqueles por quem vem o escândalo”, não duvide: Ele também estava falando daqueles que violam a ética cristã.
Assim, minha conclusão pessoal é: “Falta conteúdo bíblico na vida de muitos, e conseqüentemente coerência com aquilo que se acredita e se proclama.”
Pense nisto
H. S. Lima
BSB DE KBÇA PARA CIMA - Vote Sandra Faraj 45.555
Como bem sabemos ética é um padrão de conduta moral que fundamenta os nossos valores e norteia nossas decisões e comportamentos. Exercê-la significa respeitar princípios inegociáveis da vida, fundamentados em verdades estabelecidas. Assim, todo ser humano, grupos e instituições possuem um código de ética que clareia a linha tênue entre o que é coerente e insensato a ser feito.
Como cristão que somos, exercer a ética não é um a opção, mas um dever! E mais, a Verdade que fundamenta nosso padrão ético são as Sagradas Escrituras. Assim, nossa conduta como irmãos em Cristo e representantes do Reino de Deus precisa fundamentalmente responder as seguintes perguntas: “A ética bíblica me permite agir desta forma?” Ou: “O que Jesus faria em meu lugar?”
Este conceito simplesmente indica que nossa consciência moral precisa ser alertada pela ética bíblica. Se diariamente, como cristãos, não condicionamos nossa mente e coração a meditar na Palavra de Deus, será uma questão de tempo a negociação dos Seus valores.
Desta forma, precisamos tanto vigiar sobre nossa conduta, como também resistir biblicamente à antiética daqueles que se dizem cristãos e agem pior do que o incrédulo. Sem dúvida, há um grande número de pessoas e líderes em nossa geração precisando rever a própria consciência, mudar a conduta pessoal e somar com o Reino de Deus ao invés de dividi-lo.
Quando Nosso Senhor Jesus disse: “Ai daqueles por quem vem o escândalo”, não duvide: Ele também estava falando daqueles que violam a ética cristã.
Assim, minha conclusão pessoal é: “Falta conteúdo bíblico na vida de muitos, e conseqüentemente coerência com aquilo que se acredita e se proclama.”
Pense nisto
H. S. Lima
BSB DE KBÇA PARA CIMA - Vote Sandra Faraj 45.555
sábado, 24 de julho de 2010
CONVERTA SUA INDIGNAÇÃO EM TRANSFORMAÇÃO
Conversas com um camarada frustrado
Por H. S. Lima
Olá queridos,
Recentemente tive uma conversa muito interessante com uma pessoa de uma família bastante atuante em Brasília. Alguém muito inteligente. Bem articulado. Um verdadeiro formador de opiniões, daqueles que arrasta uma lábia capaz de convencer a muitos.
O problema, porém, é que me deparei com uma pessoa profundamente decepcionada. Isso mesmo! A repulsa em relação àquilo que por toda vida acreditara, invadira as recamaras do seu coração e a transformara numa pessoa questionadora e negativa. Seus argumentos, ainda que sinceros, eram resultados de um foco perdido impossível de se concordar. Não dava para engolir, apesar de se entender.
Não perguntei sua idade, obviamente, mas considero que tinha aproximadamente entre uns trinta e cinco a quarenta anos e fora criado num ambiente de profundos anseios sociais, de militância profundamente convicta. Ele mesmo disse: “Sei do que estou falando, cresci na escada de um palanque”. Que bonito, não é?!
O fato, contudo, é que os absurdos ocorridos na política de Brasília geraram tanta indignação que ele estava assumindo uma postura extremamente perigosa: A postura da omissão. Ou seja, o erro de outros estava se tornando uma justificativa para um erro ainda maior. Tanto que ele também afirmou: “Não quero mais saber. Cansei”.
Sinceramente, fiquei muito surpreso com sua posição por que não esperava isso de uma pessoa tão articulada! Por outro lado, fico estarrecido mais ainda por saber que ele não é o único. Existem muitos por aí - e não poucos -, que indignados preferem se omitir. E o problema quanto a isto, é que enquanto ficamos “dodói” com o lado negro da política, e assumimos esta postura, damos mais munição para os “metralhas” da sociedade. Ou seja, armamos os nossos adversários e nos tornamos alvos da nossa própria negligência. ORA, EU TAMBÉM ME INDIGNEI! E PROFUNDAMENTE! Mas a via da omissão com certeza provoca acidentes catastróficos e fatais. E, se a negligência de um compromete o futuro de todos, imagine o que a omissão de muitos pode fazer?
Devemos lembrar-nos do que está escrito na carta de Tiago, capítulo 4, versículo 17 onde afirma: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando”.(Tiago 4.17)
Assim, fiquei pensando como a indignação pode ser positiva. Isto mesmo! Aquela raiva gritante que brota do mais profundo da nossa alma pode ser proveitosa. Sim! Basta canalizá-la na direção certa, pois ela não pode nos calar, bem como fazer-nos falar idiotices. Ela deve nos impulsionar a promover mudanças. E como isto vai acontecer? Com um posicionamento firme, sem a perda da dignidade. Precisamos ter atitude! Devemos usar a força da ira em relação ao que vemos todos os dias para enfrentar o verdadeiro inimigo. Devemos sair do nosso casulo e fazer da nossa vida um instrumento de restauração. Não podemos perder a esperança!
Estou certo de que, às vezes a indignação é resultados de situações que Deus permitiu para acordarmos. Sim minha gente! Precisamos converter nossa indignação em transformação. O mundo precisa disto. Deus nos deu este poder e está em nossas mãos a decisão de colocá-lo em prática. E logo!
A propósito: Minha conversa com o “camarada” frustrado terminou com mais ou menos com essas mesmas palavras, e graças a Deus, ele mudou de opinião.
Pense nisto.
Que Deus te abençoe!
Por H. S. Lima
Olá queridos,
Recentemente tive uma conversa muito interessante com uma pessoa de uma família bastante atuante em Brasília. Alguém muito inteligente. Bem articulado. Um verdadeiro formador de opiniões, daqueles que arrasta uma lábia capaz de convencer a muitos.
O problema, porém, é que me deparei com uma pessoa profundamente decepcionada. Isso mesmo! A repulsa em relação àquilo que por toda vida acreditara, invadira as recamaras do seu coração e a transformara numa pessoa questionadora e negativa. Seus argumentos, ainda que sinceros, eram resultados de um foco perdido impossível de se concordar. Não dava para engolir, apesar de se entender.
Não perguntei sua idade, obviamente, mas considero que tinha aproximadamente entre uns trinta e cinco a quarenta anos e fora criado num ambiente de profundos anseios sociais, de militância profundamente convicta. Ele mesmo disse: “Sei do que estou falando, cresci na escada de um palanque”. Que bonito, não é?!
O fato, contudo, é que os absurdos ocorridos na política de Brasília geraram tanta indignação que ele estava assumindo uma postura extremamente perigosa: A postura da omissão. Ou seja, o erro de outros estava se tornando uma justificativa para um erro ainda maior. Tanto que ele também afirmou: “Não quero mais saber. Cansei”.
Sinceramente, fiquei muito surpreso com sua posição por que não esperava isso de uma pessoa tão articulada! Por outro lado, fico estarrecido mais ainda por saber que ele não é o único. Existem muitos por aí - e não poucos -, que indignados preferem se omitir. E o problema quanto a isto, é que enquanto ficamos “dodói” com o lado negro da política, e assumimos esta postura, damos mais munição para os “metralhas” da sociedade. Ou seja, armamos os nossos adversários e nos tornamos alvos da nossa própria negligência. ORA, EU TAMBÉM ME INDIGNEI! E PROFUNDAMENTE! Mas a via da omissão com certeza provoca acidentes catastróficos e fatais. E, se a negligência de um compromete o futuro de todos, imagine o que a omissão de muitos pode fazer?
Devemos lembrar-nos do que está escrito na carta de Tiago, capítulo 4, versículo 17 onde afirma: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando”.(Tiago 4.17)
Assim, fiquei pensando como a indignação pode ser positiva. Isto mesmo! Aquela raiva gritante que brota do mais profundo da nossa alma pode ser proveitosa. Sim! Basta canalizá-la na direção certa, pois ela não pode nos calar, bem como fazer-nos falar idiotices. Ela deve nos impulsionar a promover mudanças. E como isto vai acontecer? Com um posicionamento firme, sem a perda da dignidade. Precisamos ter atitude! Devemos usar a força da ira em relação ao que vemos todos os dias para enfrentar o verdadeiro inimigo. Devemos sair do nosso casulo e fazer da nossa vida um instrumento de restauração. Não podemos perder a esperança!
Estou certo de que, às vezes a indignação é resultados de situações que Deus permitiu para acordarmos. Sim minha gente! Precisamos converter nossa indignação em transformação. O mundo precisa disto. Deus nos deu este poder e está em nossas mãos a decisão de colocá-lo em prática. E logo!
A propósito: Minha conversa com o “camarada” frustrado terminou com mais ou menos com essas mesmas palavras, e graças a Deus, ele mudou de opinião.
Pense nisto.
Que Deus te abençoe!
terça-feira, 6 de julho de 2010
IMPLANTANDO A CULTURA DA VALORIZAÇÃO DO VOTO.
Dada a importância deste dia (06/07), onde começa um período decisivo para Brasília, resolvi repostar este artigo. Espero que edifique sua vida.
Por H. S. Lima
E não vos conformeis com este século, mas transformais-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Carta do Apóstolo Paulo aos Romanos, Capítulo 12, verso 02. Versão RA.)
Li recentemente um fantástico sermão do pastor batista Martin Luther King, líder do movimento contra a segregação racial na América. No sermão, intitulado “Deixe-nos votar”, King fez um ousado apelo às autoridades da América para que os negros pudessem, como todo cidadão, ter o direito de participar da escolha de seus representantes.

Suas palavras movidas por profunda convicção espiritual, compaixão e anseio por mudanças, foram profeticamente ressoadas como um alerta não só a América, mas ao mundo, tanto daquele tempo, como para os dias de hoje. Isto por que, o voto é constitucionalmente soberano, como fundamentalmente importante para os rumos da sociedade.
O fato, porém, é que em nossos dias, muitos não dão o devido valor a isto! E o interessante é que, paralelo ao tempo de King, os negros não tinham o direito de voto e lutavam pela importância do mesmo, enquanto muitos possuem este direito e ignoram o seu valor. Ou seja, não fazemos do voto uma arma poderosa para o bem comum, e com isto permitimos a proliferação do mal.
Por outro lado, há uma contracultura miserável alimentada por políticos sujos e nefastos. Pra eles nunca foi e não é interessante, assim como naquele tempo, que o cidadão faça bom uso do seu respectivo direito. Eles querem que o mesmo adormeça na ignorância e patine no gelo da omissão, para então, apresentar-se no tempo do pleito, como o “salvador da pátria”.
Nunca vi nem ouvi, por exemplo, em eleições passadas, um candidato fazendo política dizendo: “Não venda seu voto por um telhado, ou punhado de tijolos, ou coisa semelhante”, ou: “Não venda sua instituição, por causa de um lote ou coisas desse gênero”. E por que será? Seria favorável contrariar a possibilidade de amarrar as pessoas ao desejo de obter poder? Tiraria uma oportunidade de conseguir mais votos, mesmo que seja em nome da ignorância ou necessidade, e não da justiça e do direito? Não podemos esquecer que a ignorância é mortal, assim como a necessidade é uma urgência esquecida quando se passa o tempo da conveniência.
Pior ainda é saber que muitos se venderam, e com isto venderam outros! Barganharam o direito de escolha e vivem reclamando daquilo que permitiram. Pessoas que não tiveram um ideal, um objetivo maior, um propósito que valorize a todos. Alguns não se valorizaram. Outros não foram ensinados. Educados. Mentoreados. São pessoas que ficaram a margem não porque venderam o voto, mas por que vendendo o voto, venderam o caráter e escravizaram a consciência.
Por outro lado, votar em branco ou anular o seu direito de voto, pode não parece amoral, contudo, não é também desvalorização do direito de cidadania? Penso que tanto um como o outro promove a omissão e assim como a venda de votos não contribui para a sociedade. Aliás, é valido dizer que muitos não sabem ao menos a diferença entre voto branco ou nulo. O que cada um significa e suas conseqüências?
É preciso valorizar o voto a partir de nossas convicções. O que sonhamos? Qual o perfil do governo que almejamos para o nosso País? Ele teme a Deus? Ele valoriza a família, a moralidade, os princípios que regem a vida? Que sociedade nós daremos aos nossos filhos? Tenho conversado como muitas pessoas e tenho percebido a importância de um amplo debate sobre o assunto. Percebe-se uma desvalorização do exercício da cidadania pelo direito de escolha, pois muitos reclamam do governo, no entanto fomos nós que o colocamos lá.
O que isto significa? Que precisamos mudar! É preciso limpar essa sujeira que ronda nossa sociedade. É preciso implantar nas famílias, nas escolas e faculdades, nas igrejas, nas repartições públicas, nas instituições privadas e filantrópicas, na mídia, no nosso círculo íntimo, e por aí em diante, a cultura da valorização do voto. Pois o problema não é a política, mas os políticos que elegemos e fazem da política uma nojeira. É preciso sensatez e orientação. Convicção e ousadia. Sabedoria e fé para fazermos da nossa cidadania uma arma do bem. Afinal, não acredito que Deus nos deu o direito de cidadãos, para não nos beneficiarmos deste.
Sendo assim, o agora é oportuno, pois o tempo de decisão está bem próximo. Você sabe que implantar uma cultura demora tempo, e é justamente por isso que precisamos implantá-la logo. Isto é uma questão de consciência e um dever de todos! Por isso, é preciso começar hoje, para não reclamarmos amanhã.
Pense nisto.
Vote consciente! Vamos colocar Brasília de Cabeça para Cima!
Que Deus te abençoe!
sábado, 3 de julho de 2010
INFLEXIBILIDADE E SOBERBA
Minha gente, Duas seleções despontaram como favoritas nesta copa: Uma foi à seleção brasileira, outra a argentina. Ambas fracassaram terrivelmente nas quartas de finais. Por quê? O que levou estas seleções a pegarem a trouxinha e voltarem para casa de mãos vazias?
Bem, tenho minhas teorias: acredito que o problema reside na inflexibilidade e na soberba. Por um lado vemos Dunga, um técnico torrão, que movido pela inflexibilidade, insistiu num formato de time totalmente regular, inconsistente e sem opções, apesar de ter os melhores do mundo. Por outro, vemos Maradona, o técnico fanfarrão que movido pela necessidade de se afirmar para o mundo, soberbamente preocupou-se em engalfinhar seus oponentes para demonstrar a superioridade do seu time, ao invés de focar no brilhantismo de seus jogadores.
A inflexibilidade trouxe limitações, a soberba promoveu o descuido. Dunga perdeu sem ao menos mostrar o brilho do futebol brasileiro. Já Maradona mostrou algo, mas perdeu de uma forma humilhante. O que dizer agora?
O fato é que tais lições não podem ser esquecidas. Não adianta querermos vencer nas batalhas da vida com imposições, nem muito menos batalharmos de salto alto. É preciso flexibilidade sem perder a coerência, e humildade sem se tornar subserviente.
Pense nisto.
H. S. Lima
CANCELANDO DECRETOS
Assim como em tempos passados, nossa geração sofre a influência de decretos que precisam ser cancelados. Existem forças que conspiram estrategicamente para deformar nossas crianças, cegar os nossos jovens, banalizar o casamento e instituir a imoralidade como algo comum, promovendo a perversão e a promiscuidade sexual. Sem dúvida, existem sentenças contra a família, com o fim de considerá-la uma instituição ultrapassada.Li recentemente uma proposta imunda, suja, podre, miserável, seja lá qual for o adjetivo, de um determinado movimento no Brasil, afirmando escancaradamente que os pais não têm direito de interferir (serão proibidos) no direcionamento sexual de suas crianças, se estas manifestarem uma inclinação sexual contrária a natureza. Isto é uma vergonha sem igual para a vida humana!
Falando em vida humana, tenho estudado também o “plano nacional de direitos humanos” e tenho ficado estarrecido. Pois, percebi sutilmente a imposição de uma cultura que simplesmente fere os direitos morais dos “humanos” em nome de uma desculpa esfarrapada: “Os tempos mudaram”.
De fato os tempos mudam, mas existem valores absolutos que são inegociáveis. Por tanto, precisamos preservá-los e nos posicionar contra os decretos que querem impor sobre nossa sociedade.
Isto só será possível quando sairmos do nosso comodismo para, em unidade, promover nossos princípios. E não só isto! É preciso também investir em autoridades políticas que, além de promover os valores da vida, criem leis que representam a verdade e não os interesses de minorias que almejam impor seus caprichos.
Pense nisto.
H. S. Lima
terça-feira, 11 de maio de 2010
CONVERTA SUA INDIGNAÇÃO EM TRANSFORMAÇÃO
Olá queridos,
Recentemente tive uma conversa muito interessante com uma pessoa de uma família bastante atuante em Brasília. Alguém muito inteligente. Bem articulado. Um verdadeiro formador de opiniões, daqueles que arrasta uma lábia capaz de convencer a muitos.
O problema, porém, é que me deparei com uma pessoa profundamente decepcionada. Isso mesmo! A repulsa em relação àquilo que por toda vida acreditara, invadira as recamaras do seu coração e a transformara numa pessoa questionadora e negativa. Seus argumentos, ainda que sinceros, eram resultados de um foco perdido impossível de se concordar. Não dava para engolir, apesar de se entender.
Não perguntei sua idade, obviamente, mas considero que tinha aproximadamente entre uns trinta e cinco a quarenta anos e fora criado num ambiente de profundos anseios sociais, de militância profundamente convicta. Ele mesmo disse: “Sei do que estou falando, cresci na escada de um palanque”. Que bonito, não é?!
O fato, contudo, é que os absurdos ocorridos na política de Brasília geraram tanta indignação que ele estava assumindo uma postura extremamente perigosa: A postura da omissão. Ou seja, o erro de outros estava se tornando uma justificativa para um erro ainda maior. Tanto que ele também afirmou: “Não quero mais saber. Cansei”.
Sinceramente, fiquei muito surpreso com sua posição por que não esperava isso de uma pessoa tão articulada! Por outro lado, fico estarrecido mais ainda por saber que ele não é o único. Existem muitos por aí - e não poucos -, que indignados preferem se omitir. E o problema quanto a isto, é que enquanto ficamos “dodói” com o lado negro da política, e assumimos esta postura, damos mais munição para os “metralhas” da sociedade. Ou seja, armamos os nossos adversários e nos tornamos alvos da nossa própria negligência. ORA, EU TAMBÉM ME INDIGNEI! E PROFUNDAMENTE! Mas a via da omissão com certeza provoca acidentes catastróficos e fatais. E, se a negligência de um compromete o futuro de todos, imagine o que a omissão de muitos pode fazer?
Devemos lembrar-nos do que está escrito na carta de Tiago, capítulo 4, versículo 17 onde afirma: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando”.(Tiago 4.17)
Assim, fiquei pensando como a indignação pode ser positiva. Isto mesmo! Aquela raiva gritante que brota do mais profundo da nossa alma pode ser proveitosa. Sim! Basta canalizá-la na direção certa, pois ela não pode nos calar, bem como fazer-nos falar idiotices. Ela deve nos impulsionar a promover mudanças. E como isto vai acontecer? Com um posicionamento firme, sem a perda da dignidade. Precisamos ter atitude! Devemos usar a força da ira em relação ao que vemos todos os dias para enfrentar o verdadeiro inimigo. Devemos sair do nosso casulo e fazer da nossa vida um instrumento de restauração. Não podemos perder a esperança!
Estou certo de que, às vezes, a indignação é resultados de situações que Deus permitiu para acordarmos. Sim minha gente! Precisamos converter nossa indignação em transformação. O mundo precisa disto. Deus nos deu este poder e está em nossas mãos a decisão de colocá-lo em prática. E logo!
A propósito: Minha conversa com o “camarada” frustrado terminou com mais ou menos com essas mesmas palavras, e graças a Deus, ele mudou de opinião.
Pense nisto.
Eu digo Sim para Família.
Que Deus te abençoe!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
IMPLANTANDO A CULTURA DA VALORIZAÇÃO DO VOTO.
Por H. S. Lima
E não vos conformeis com este século, mas transformais-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Carta do Apóstolo Paulo aos Romanos, Capítulo 12, verso 02. Versão RA.)
Li recentemente um fantástico sermão do pastor batista Martin Luther King, líder do movimento contra a segregação racial na América. No sermão, intitulado “Deixe-nos votar”, King fez um ousado apelo às autoridades da América para que os negros pudessem, como todo cidadão, ter o direito de participar da escolha de seus representantes.
Suas palavras movidas por profunda convicção espiritual, compaixão e anseio por mudanças, foram profeticamente ressoadas como um alerta não só a América, mas ao mundo, tanto daquele tempo, como para os dias de hoje. Isto por que, o voto é constitucionalmente soberano, como fundamentalmente importante para os rumos da sociedade.
O fato, porém, é que em nossos dias, muitos não dão o devido valor a isto! E o interessante é que, paralelo ao tempo de King, os negros não tinham o direito de voto e lutavam pela importância do mesmo, enquanto muitos possuem este direito e ignoram o seu valor. Ou seja, não fazemos do voto uma arma poderosa para o bem comum, e com isto permitimos a proliferação do mal.
Por outro lado, há uma contracultura miserável alimentada por políticos sujos e nefastos. Pra eles nunca foi e não é interessante, assim como naquele tempo, que o cidadão faça bom uso do seu respectivo direito. Eles querem que o mesmo adormeça na ignorância e patine no gelo da omissão, para então, apresentar-se no tempo do pleito, como o “salvador da pátria”.
Nunca vi nem ouvi, por exemplo, em eleições passadas, um candidato fazendo política dizendo: “Não venda seu voto por um telhado, ou punhado de tijolos, ou coisa semelhante”, ou: “Não venda sua instituição, por causa de um lote ou coisas desse gênero”. E por que será? Seria favorável contrariar a possibilidade de amarrar as pessoas ao desejo de obter poder? Tiraria uma oportunidade de conseguir mais votos, mesmo que seja em nome da ignorância ou necessidade, e não da justiça e do direito? Não podemos esquecer que a ignorância é mortal, assim como a necessidade é uma urgência esquecida quando se passa o tempo da conveniência.
Pior ainda é saber que muitos se venderam, e com isto venderam outros! Barganharam o direito de escolha e vivem reclamando daquilo que permitiram. Pessoas que não tiveram um ideal, um objetivo maior, um propósito que valorize a todos. Alguns não se valorizaram. Outros não foram ensinados. Educados. Mentoreados. São pessoas que ficaram a margem não porque venderam o voto, mas por que vendendo o voto, venderam o caráter e escravizaram a consciência.
Por outro lado, votar em branco ou anular o seu direito de voto, pode não parece amoral, contudo, não é também desvalorização do direito de cidadania? Penso que tanto um como o outro promove a omissão e assim como a venda de votos não contribui para a sociedade. Aliás, é valido dizer que muitos não sabem ao menos a diferença entre voto branco ou nulo. O que cada um significa e suas conseqüências?
É preciso valorizar o voto a partir de nossas convicções. O que sonhamos? Qual o perfil do governo que almejamos para o nosso País? Ele teme a Deus? Ele valoriza a família, a moralidade, os princípios que regem a vida? Que sociedade nós daremos aos nossos filhos? Tenho conversado como muitas pessoas e tenho percebido a importância de um amplo debate sobre o assunto. Percebe-se uma desvalorização do exercício da cidadania pelo direito de escolha, pois muitos reclamam do governo, no entanto fomos nós que o colocamos lá.
O que isto significa? Que precisamos mudar! É preciso limpar essa sujeira que ronda nossa sociedade. É preciso implantar nas famílias, nas escolas e faculdades, nas igrejas, nas repartições públicas, nas instituições privadas e filantrópicas, na mídia, no nosso círculo íntimo, e por aí em diante, a cultura da valorização do voto. Pois o problema não é a política, mas os políticos que elegemos e fazem da política uma nojeira. É preciso sensatez e orientação. Convicção e ousadia. Sabedoria e fé para fazermos da nossa cidadania uma arma do bem. Afinal, não acredito que Deus nos deu o direito de cidadãos, para não nos beneficiarmos deste.
Sendo assim, o agora é oportuno, pois o tempo de decisão está bem próximo. Você sabe que implantar uma cultura demora tempo, e é justamente por isso que precisamos implantá-la logo. Isto é uma questão de consciência e um dever de todos! Por isso, é preciso começar hoje, para não reclamarmos amanhã.
Pense nisto e aja logo!
Eu Digo Sim Para a Família e convido você a fazer o mesmo. Vote consciente!
Que Deus te abençoe!
www.simparafamilia.com.br
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A PRINCIPAL REFORMA QUE PRECISAMOS

Li recentemente:
“Para dar a sua cara à gestão, a reforma administrativa vai começar pela assessoria mais próxima. As mudanças vão longe e devem envolver todo o secretariado. Com uma ampla casa no Lago Sul, Rosso não deverá se mudar para a residência oficial de Águas Claras. Usará a estrutura para reuniões e vai montar o gabinete no anexo do Palácio do Buriti. O centro administrativo de Taguatinga (Buritinga), um dos símbolos da passagem de José Roberto Arruda pelo GDF, será desativado, segundo Rosso revelou ao Correio.” (Fonte: Correio Braziliense)
Certamente, de todas as reformas que precisamos, a maior é a "reforma moral". Mudar estruturas são importantes, porém, elas não podem dar uma falsa impressão de mudanças significativas. É preciso mudar o sistema, e isto começa na consciência de cada individuo, principalmente na daqueles que formam opiniões.
O grande líder Neemias reconstruiu os cacos estruturais da sua nação, mas isto não seria nada e ele não tivesse sido um canal de Deus para a reconstrução dos valores e principios que regem uma sociedade. Nada em sua desafiadora jornada, teria importância alguma, se Deus não estivesse em primeiro lugar e a família logo em seguida.
Chega! É preciso mudar, e a ocasião é oportuna!
É preciso respeitar os valores absolutos que muitos relativisaram.
É preciso combater a hipocresia que muitos fingem não ver.
É preciso construir leis justas que defendam a família como instituição soberana e inviolável.
É preciso repudiar intenções de se fazer leis que em nome da libertinagem e do beneficio próprio, solapam nossa cidadania.
É preciso preservar a inocência daqueles que amanhã serão nossas autoridades.
É preciso lutar pela dignidade do trabalhador e pela justiça em relação aos menos favorecidos.
É preciso valorizar a educação verdadeiramente comprometida com o futuro.
É preciso implantar a cultura da valorização do voto.
É preciso unidade se queremos ter força.
É preciso amar, por que o amor transforma todas as coisas.
É preciso mudar! E a mudança que queremos na sociedade começa em nós! Começa em Rosso, começa em você.
Pense nisto.
DIGA SIM PARA FAMÍLIA - www.sandrafaraj.com.br
H. S. Lima
segunda-feira, 19 de abril de 2010
INDIFERENÇA. Até Quando?
Nada neste mundo talvez seja mais cruel do que a indiferença. Um mal incutido no ego de muitos homens, que movidos pela necessidade de aceitação, e mais ainda de auto-satisfação, atropelam sem pestanejar o mais simples dos mortais.
É a impassibilidade latente; a apatia calculista; a inércia gritante promovendo a desumanidade. Como resultado: famílias são solapadas, casamentos destruídos, filhos ignorados. A moralidade é negociada e o absoluto é relativizado. O abraço caloroso é substituído pelo “virar as costas” e o bom senso, ferramenta indispensável nas relações humanas, torna-se completamente dispensável.
Muitas vezes ela se manifesta sutil, sorrateiramente e silenciosa. Outras tantas, declarada abertamente como uma carta de afronta. O mundo precisa acordar!
Elie Weisel, conhecedor deste mal, já disse: “A indiferença reduz o outro a uma não existência”. Esta é a mais pura verdade, nua e crua! Espelho de nossos dias. Mal do nosso século.
Outro dia li um texto que exemplifica isto. Na lauda contava a história de um homem que foi assaltado e espancado por alguns malfeitores. A brutalidade foi tão grande que o mesmo foi deixado semimorto pelo caminho. Horas depois passou um individuo que de longe olhou e de longe ficou, passando de largo sem se comprometer com a situação diante dos seus olhos. Mais tarde, outro cidadão passou pelo mesmo caminho e assumiu a mesma postura. Desviou-se do que viu na maior cara de pau e continuou sua jornada, sem ao menos olhar para trás. Mais tarde ainda, um terceiro passou. Era alguém de outra cidade cujo povo conflitava com os daquele homem semimorto. Contudo, foi o único que se propôs a estender as mãos. O homem improvável esqueceu suas diferenças, e fez o que se espera de alguém que tem o mínimo de dignidade: Demonstrou amor.
Primeiro ele se compadeceu. Mas não ficou somente nisto - o que muitos, infelizmente fazem. Ele parou sua jornada, em prol de alguém. Arregaçou as mangas e prestou os primeiros socorros. Cuidou das feridas do outro, como se fossem suas. Animosamente levou-o a uma hospedaria mais próxima a fim de tratá-lo melhor. E, como se não bastasse, no dia seguinte ainda arrancou alguns reais do bolso e deu ao gerente local sob a seguinte orientação: “Cuida dele, e se ele precisar de mais dinheiro coloca na minha conta”.
Ao ler este texto percebi como ele se encaixa perfeitamente em nossos dias. São tantos que passam de largo sem se importar com a vida. Sem dá valor ao seu próximo. Sem demonstrar um mínimo de generosidade, muito menos disposição para abrir a carteira. Eles preferem o silêncio cúmplice e o descompromisso com a vida, mesmo que isso deforme e cauterize a consciência.
Por outro lado, entretanto, percebemos a existência daqueles que fazem toda a diferença na vida de alguém. O que eles representam, a classe dos indiferentes rasteja aos pés. São pessoas das quais o mundo não é digno, contudo necessita.
Aprendo aqui que a indiferença pode ser inimiga mortal da misericórdia, porém, ela é infinitamente mais fraca quando demonstramos compaixão. Isto mesmo! Afinal, não podemos esquecer que é preciso amar a Deus acima de todas as coisas e ao nosso próximo como o nós mesmos.
Desta forma, portanto, ao invés de sermos contaminados com indiferença, ousemos aprender com parábola do bom samaritano, citada por Jesus no evangelho de Lucas 10.34-37. Ela foi o texto que me referi acima, e por ser tão maravilhoso não poderia deixar de compartilhar com você.
Que Deus te abençoe!
H. S. Lima
Eu digo SIM PARA FAMÍLIA
É a impassibilidade latente; a apatia calculista; a inércia gritante promovendo a desumanidade. Como resultado: famílias são solapadas, casamentos destruídos, filhos ignorados. A moralidade é negociada e o absoluto é relativizado. O abraço caloroso é substituído pelo “virar as costas” e o bom senso, ferramenta indispensável nas relações humanas, torna-se completamente dispensável.
Muitas vezes ela se manifesta sutil, sorrateiramente e silenciosa. Outras tantas, declarada abertamente como uma carta de afronta. O mundo precisa acordar!
Elie Weisel, conhecedor deste mal, já disse: “A indiferença reduz o outro a uma não existência”. Esta é a mais pura verdade, nua e crua! Espelho de nossos dias. Mal do nosso século.
Outro dia li um texto que exemplifica isto. Na lauda contava a história de um homem que foi assaltado e espancado por alguns malfeitores. A brutalidade foi tão grande que o mesmo foi deixado semimorto pelo caminho. Horas depois passou um individuo que de longe olhou e de longe ficou, passando de largo sem se comprometer com a situação diante dos seus olhos. Mais tarde, outro cidadão passou pelo mesmo caminho e assumiu a mesma postura. Desviou-se do que viu na maior cara de pau e continuou sua jornada, sem ao menos olhar para trás. Mais tarde ainda, um terceiro passou. Era alguém de outra cidade cujo povo conflitava com os daquele homem semimorto. Contudo, foi o único que se propôs a estender as mãos. O homem improvável esqueceu suas diferenças, e fez o que se espera de alguém que tem o mínimo de dignidade: Demonstrou amor.
Primeiro ele se compadeceu. Mas não ficou somente nisto - o que muitos, infelizmente fazem. Ele parou sua jornada, em prol de alguém. Arregaçou as mangas e prestou os primeiros socorros. Cuidou das feridas do outro, como se fossem suas. Animosamente levou-o a uma hospedaria mais próxima a fim de tratá-lo melhor. E, como se não bastasse, no dia seguinte ainda arrancou alguns reais do bolso e deu ao gerente local sob a seguinte orientação: “Cuida dele, e se ele precisar de mais dinheiro coloca na minha conta”.
Ao ler este texto percebi como ele se encaixa perfeitamente em nossos dias. São tantos que passam de largo sem se importar com a vida. Sem dá valor ao seu próximo. Sem demonstrar um mínimo de generosidade, muito menos disposição para abrir a carteira. Eles preferem o silêncio cúmplice e o descompromisso com a vida, mesmo que isso deforme e cauterize a consciência.
Por outro lado, entretanto, percebemos a existência daqueles que fazem toda a diferença na vida de alguém. O que eles representam, a classe dos indiferentes rasteja aos pés. São pessoas das quais o mundo não é digno, contudo necessita.
Aprendo aqui que a indiferença pode ser inimiga mortal da misericórdia, porém, ela é infinitamente mais fraca quando demonstramos compaixão. Isto mesmo! Afinal, não podemos esquecer que é preciso amar a Deus acima de todas as coisas e ao nosso próximo como o nós mesmos.
Desta forma, portanto, ao invés de sermos contaminados com indiferença, ousemos aprender com parábola do bom samaritano, citada por Jesus no evangelho de Lucas 10.34-37. Ela foi o texto que me referi acima, e por ser tão maravilhoso não poderia deixar de compartilhar com você.
Que Deus te abençoe!
H. S. Lima
Eu digo SIM PARA FAMÍLIA
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
PROJETO SIM PARA FAMÍLIA

“...dispus-me e disse: Não os temais; lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai pelos vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossa mulher e vossa casa.” (Neemias 4:14 RA)
Como nos tempos de Neemias, existem em nossos dias forças que conspiram contra a família. Há uma batalha de valores pelo destino da sociedade. Uma verdadeira guerra contra os princípios e valores da ética e da moral.
Precisamos influenciar! O lar que deveria ser um lugar de proteção tem sido o local dos maiores abusos e conflitos, gerando marcas e cicatrizes por toda vida.
Precisamos nos posicionar! Uma falsa moralidade está sendo anunciada, promovendo constantes ataques contra a família idealizada por Deus. São conceitos inaceitáveis!
Precisamos avançar! Há um senso de injustiça dentro dos lares. Um clamor de pais por dignidade. Uma falta de esperança. Um desejo de mudança.
Precisamos mudar! Cansamos de ver nossa história sendo construída por outros que não nos representam dignamente, e nos tornam vitimas de suas posições.
O projeto “Sim para Família” tem por objetivo unir corações nesse propósito. São propostas cristãs voltada para a transformação social a partir de cada lar. Queremos resgatar a moralidade em sua essência. Ser voz da família na sociedade. Lutar com as armas certas para o bem comum.
Significa influenciar nossa geração lutando ferozmente por segurança, saúde, educação, lazer e emprego, construindo para os nossos filhos uma sociedade mais justa e cheia de amor pelo seu semelhante.
Queremos dizer “Sim para Família” e não para a pedofilia, aborto e falsa moralidade, posicionando-nos firmemente nas trincheiras onde as decisões são tomadas e as leis escritas e formadas, para que desta forma, possamos assumir a missão de representar a voz da família, e promover leis justas.
“Sim para Família” visa levar o estado a reconhecer a expressão cristã como expressão cultural e não meramente religiosa, uma vez que representamos grande parcela da população local.
Significa questionar o governo em suas políticas, uma vez que as mesmas afetam diretamente os princípios e valores familiares.
"Sim para família” significa promover a reconciliação da sociedade com a família, e dos sonhos de Deus com a sociedade, gerando como fruto a reconciliação de pais e filhos, bem como de esposos e esposas.
Queremos posicionar-nos em fé, a fim de salgar a nossa terra, e resplandecer ao mundo o compromisso com a verdade, plantando uma transformação genuína que começa dentro de todos nós.
É seguindo este ideal que queremos convidá-lo a participar conosco do projeto “Sim para Família”. Mobilize seus familiares, amigos, e tantos quantos você puder. Cadastre a sua família, para que juntos possamos como Neemias lutar pela reconstrução da nossa sociedade, e revolucioná-la de forma a valer à pena.
Acesse: www.sandrafaraj.com.br
Projeto Sim para Família.
Reconstruindo valores para um futuro brilhante
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
MILAGRES NOS NEGÓCIOS
Dedicado a todos os nobres empresários que, com muito amor, visito semanalmente. Também dedico àqueles que desejam viver os milagres de Deus em seus negócios.
Hoje quero compartilhar algumas lições sobre a singular experiência de Pedro no milagre da multiplicação. Se me permite, gostaria de falar sobre “O que fazer para viver o sobrenatural de Deus nos negócios”. Quais são os passos para se viver uma história empresarial na dimensão dos milagres de Deus?
Pois bem, a bíblia diz que Pedro havia trabalhado durante toda a noite. Era um pescador experiente. Um grande empreendedor. Tinha um currículo invejável. Se havia algo que Pedro entendia muito bem, era de pesca, tanto que ele tinha uma rede de barcos, funcionários e sócios. Ou seja, ele tinha uma empresa. Produzia recursos. Capital de giro e fonte de renda. Ele contribua para o sistema econômico de Jerusalém.
Porém, Pedro teve que lidar com um daqueles dias onde tudo pareceu dar errado. Após trabalhar a noite inteira, não pescou absolutamente nada. Ou seja, ele precisava de uma intervenção sobrenatural. Um milagre de Deus naquele dia difícil. Diz a bíblia o dia já estava claro (Tinha cumprido seu expediente) e ele já estava lavando suas redes de pesca, preparando-se para ir embora sem a meta esperada, tendo que lidar com pressão de não ter pescado. Sem o pão do dia. Ou seja, Pedro chegou ao seu limite. Lavar as redes significa chegar ao limite. Contudo, foi justamente quando Pedro considerou que não havia mais possibilidades, que o milagre da multiplicação chegou ao seu negócio.
Isso começou quando Jesus viu os dois barcos na beira da praia. Ou seja, Jesus viu a empresa de Pedro. Preste atenção nisso: Jesus está com os olhos voltados para a sua empresa, para os seus negócios, para os seus contratos. ELE SABE O QUE VOCÊ PRECISA. Mas não só isso: Diz a bíblia que ele entrou no barco de Pedro como a solução necessária para o que ele precisava. Creia nisso: Jesus está entrando no teu barco hoje. Ele está entrando na tua empresa trazendo o escape e a provisão para sua vida.
Agora, existe algo que devemos observar: Jesus entrou no barco de Pedro, assentou-se e começou a ensinar as multidões (3). Perceba isso: Jesus não só entrou no barco de Pedro, mas Ele usou o barco de Pedro. Em outras palavras, a empresa de Pedro foi uma plataforma por onde o reino de Deus foi proclamado. A empresa de Pedro foi uma verdadeira patrocinadora da palavra de Jesus.
Querido empreendedor, você precisa entender que para viver milagres nos negócios você precisa fazer da sua empresa uma plataforma por onde o reino de Deus é proclamado. Você precisa entender que o propósito principal da sua empresa é patrocinar a mensagem do Reino de Deus. Isso você pode fazer, por exemplo, através de um trabalho evangelístico, como um pequeno grupo empresarial. Tenho tido o grato privilégio de está em muitas salas de reuniões de empresas que abriram suas portas para que a mensagem de Cristo seja pregada aos corações de patrões, funcionários, sócios, diretores, parceiros, e tantos outros. Acredito que cada empresa deve ter um capelão empresarial como cobertura espiritual. O empresário precisa de pastoreamento. Sem dúvida, um funcionário, por exemplo, pode exercer muito melhor o seu ofício tendo uma experiência transformadora com Jesus.
Por outro lado, fazemos também da nossa empresa uma plataforma do Reino, quando disponibilizamos os recursos que a mesma produz. Ou seja, investir financeiramente nas frentes ministeriais da igreja local. A bíblia afirma em Lucas 8.1 que Jesus andava de CIDADE em CIDADE, e ALDEIA e ALDEIA, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus. Nesse mesmo contexto, muitas pessoas andavam com Ele, e entre elas, algumas mulheres que INVESTIAM FINANCEIRAMENTE no ministério de Jesus. Essas mulheres eram pessoas de posses. Esposas de empreendedores. É detalhado que elas davam assistência com os seus bens e fazendas. Ou seja, eram pessoas que investiam na Missão de Jesus. No Reino de Deus. Elas faziam parte do grupo dos “EMPRESÁRIOS PATROCINADORES DO REINO” – Aqueles que entendem o propósito do Reino de Deus e o quanto é necessário investir financeiramente nisso. Sem dúvida, se os empresários se unirem a fim de investir financeiramente em suas igrejas, sem dúvida avançaremos poderosamente no alcance dos perdidos, na restauração de famílias, na libertação daqueles que se encontram presos nas garras do diabo. Ou seja, o propósito principal do empreendedor vai muito além daquilo que ele imagina.
Logo em seguida, após ensinar as multidões através da empresa de Pedro, Jesus se direciona para o mesmo e diz algo: Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar (4). O interessante é que Pedro havia feito isso à noite toda. Entretanto, Jesus o desafia a fazer o mesmo mais uma vez. A pergunta é: Por que fazer esse desafio, se Pedro havia trabalhado a noite toda e sabia na prática que o “mar não tava pra peixe”?
A resposta é simples, amigo (a) empreendedor (a): Jesus fez esse desafio por que, para se viver milagres nos negócios você não se pode considerar situações aparentemente difíceis como situações absolutamente perdidas. Ou seja, Jesus sempre terá uma nova oportunidade para você recomeçar. Creia nisto: O SENHOR ESTÁ ABRINDO NOVAS PORTAS E LIBERANDO NOVAS OPORTUNIDADES PARA VOCÊ E SEUS NEGÓCIOS!
Como fazer isto na prática? Persistindo no trabalho. Deus gosta de gente que trabalha, por que Ele mesmo é trabalhador. Jesus disse: “Meu pai trabalha até agora”. É preciso continuar perseverante. Não desistir jamais. Esforçando-se mais ainda, pois aquilo que parece perdido para nós, para Deus pode ser o início de um grande milagre. Ou seja, é preciso ir para o alto largo, é preciso lançar novamente as redes, mesmo que isso pareça ilógico.
Diante disto, vemos outro fato interessante. O verso 05 registra a resposta imediata de Pedro: 5 Respondeu-lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos,.
Ou seja, por um dado momento Pedro condicionou a sua mente ao fato de ter trabalhado a noite inteira e não ter tido sucesso. Por um instante o pensamento de Pedro foi: Trabalhamos toda noite e não apanhamos nada. A lição aqui é a seguinte: Para vivermos milagres nos negócios precisamos pensar corretamente.
A bíblia diz em Pv. 23.7 que assim com você imagina em sua alma assim você se torna. Em I Coríntios 2.16 a bíblia afirma: Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo. Ou seja, pensar como Cristo deve ser um dos principais objetivos de todo empresário.
Filipenses 4:8 diz: Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.
Zig Ziglar disse certa vez: “A mente se esforça para realizar o que se imagina. Quando mudamos o que imaginamos, automaticamente mudamos nosso desempenho”.
Precisamos entender que em todas as esferas da vida, e por assim dizer, a empresarial, tudo passa pelo processo mental; o maior campo de batalha é a mente; se você for vencido na batalha da mente, a tua vida e dos teus projetos serão comprometidos. Ser vencido na mente é a primeira derrota. Então, não ceda!
Na carta aos Romanos 12.2b diz o seguinte: “Mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
Como isso se processa? Por meio da palavra. Pedro ouviu a palavra e aplicou a Palavra. A palavra gerou renovação na mente. Ele disse: “mas sob a tua palavra lançarei as redes”. Ou seja, para condicionar a mente para o sucesso é preciso alimentar-se com a Palavra da Verdade. No livro de Salmos, no capítulo de número um, afirma que se meditarmos na palavra de Deus de dia e de noite seremos como uma arvore plantada junto a ribeiros de água no qual dá o seu fruto na estação própria e cuja folhagem não murcha e tudo que faz prospera. Repito: Tudo quanto faz prospera!
Por fim, após a renovação da mente e a praticidade da palavra algo maravilhoso aconteceu.
Veja o que a bíblia diz: 06. Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes. 07. Então, fizeram sinais aos companheiros do outro barco, para que fossem ajudá-los. E foram e encheram ambos os barcos, a ponto de quase irem a pique.
Perceba que Pedro fez sinal aos companheiros do outro barco. Que barco era aquele? Aquele barco foi o barco com quem ele estava pescando durante a noite. Ele chamou aqueles que estavam com eles durante a noite inteira. Ele chamou aqueles que ralaram com ele. Ele chamou aqueles que juntamente com ele não pescaram absolutamente nada. Ou seja, Pedro não esqueceu aqueles que estiveram com ele no tempo da escassez.
Para viver milagres nos seus negócios você não pode esquecer aqueles que estiveram ao teu lado quando você não tinha nada. É preciso honra que estiveram ao lado no tempo da prova. Aqueles que perseveraram no sonho empresarial que você compartilhou. Aquele funcionário que deu o seu melhor. Aquele pai de família que passou horas a fio depois do expediente por que você o solicitou. É preciso reconhecer e honrar aqueles que estão ao nosso lado. Isso é fundamental, querido empreendedor (a) para alcançarmos as bênçãos de Deus para os nossos negócios.
Senão, veja: A bíblia diz que as redes estavam se rompendo. Ou seja, se Pedro não compartilhasse a benção ele só iria perder. Há muitos empreendedores que não vivem milagres por que não compartilham. Eles são bons em sugar do outros em benefício próprio, mas péssimos em honrar aqueles que o honram. Pensemos nisso! Pois Jesus tem milagres para os nossos negócios.
H. S. Lima
Hoje quero compartilhar algumas lições sobre a singular experiência de Pedro no milagre da multiplicação. Se me permite, gostaria de falar sobre “O que fazer para viver o sobrenatural de Deus nos negócios”. Quais são os passos para se viver uma história empresarial na dimensão dos milagres de Deus?
Pois bem, a bíblia diz que Pedro havia trabalhado durante toda a noite. Era um pescador experiente. Um grande empreendedor. Tinha um currículo invejável. Se havia algo que Pedro entendia muito bem, era de pesca, tanto que ele tinha uma rede de barcos, funcionários e sócios. Ou seja, ele tinha uma empresa. Produzia recursos. Capital de giro e fonte de renda. Ele contribua para o sistema econômico de Jerusalém.
Porém, Pedro teve que lidar com um daqueles dias onde tudo pareceu dar errado. Após trabalhar a noite inteira, não pescou absolutamente nada. Ou seja, ele precisava de uma intervenção sobrenatural. Um milagre de Deus naquele dia difícil. Diz a bíblia o dia já estava claro (Tinha cumprido seu expediente) e ele já estava lavando suas redes de pesca, preparando-se para ir embora sem a meta esperada, tendo que lidar com pressão de não ter pescado. Sem o pão do dia. Ou seja, Pedro chegou ao seu limite. Lavar as redes significa chegar ao limite. Contudo, foi justamente quando Pedro considerou que não havia mais possibilidades, que o milagre da multiplicação chegou ao seu negócio.
Isso começou quando Jesus viu os dois barcos na beira da praia. Ou seja, Jesus viu a empresa de Pedro. Preste atenção nisso: Jesus está com os olhos voltados para a sua empresa, para os seus negócios, para os seus contratos. ELE SABE O QUE VOCÊ PRECISA. Mas não só isso: Diz a bíblia que ele entrou no barco de Pedro como a solução necessária para o que ele precisava. Creia nisso: Jesus está entrando no teu barco hoje. Ele está entrando na tua empresa trazendo o escape e a provisão para sua vida.
Agora, existe algo que devemos observar: Jesus entrou no barco de Pedro, assentou-se e começou a ensinar as multidões (3). Perceba isso: Jesus não só entrou no barco de Pedro, mas Ele usou o barco de Pedro. Em outras palavras, a empresa de Pedro foi uma plataforma por onde o reino de Deus foi proclamado. A empresa de Pedro foi uma verdadeira patrocinadora da palavra de Jesus.
Querido empreendedor, você precisa entender que para viver milagres nos negócios você precisa fazer da sua empresa uma plataforma por onde o reino de Deus é proclamado. Você precisa entender que o propósito principal da sua empresa é patrocinar a mensagem do Reino de Deus. Isso você pode fazer, por exemplo, através de um trabalho evangelístico, como um pequeno grupo empresarial. Tenho tido o grato privilégio de está em muitas salas de reuniões de empresas que abriram suas portas para que a mensagem de Cristo seja pregada aos corações de patrões, funcionários, sócios, diretores, parceiros, e tantos outros. Acredito que cada empresa deve ter um capelão empresarial como cobertura espiritual. O empresário precisa de pastoreamento. Sem dúvida, um funcionário, por exemplo, pode exercer muito melhor o seu ofício tendo uma experiência transformadora com Jesus.
Por outro lado, fazemos também da nossa empresa uma plataforma do Reino, quando disponibilizamos os recursos que a mesma produz. Ou seja, investir financeiramente nas frentes ministeriais da igreja local. A bíblia afirma em Lucas 8.1 que Jesus andava de CIDADE em CIDADE, e ALDEIA e ALDEIA, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus. Nesse mesmo contexto, muitas pessoas andavam com Ele, e entre elas, algumas mulheres que INVESTIAM FINANCEIRAMENTE no ministério de Jesus. Essas mulheres eram pessoas de posses. Esposas de empreendedores. É detalhado que elas davam assistência com os seus bens e fazendas. Ou seja, eram pessoas que investiam na Missão de Jesus. No Reino de Deus. Elas faziam parte do grupo dos “EMPRESÁRIOS PATROCINADORES DO REINO” – Aqueles que entendem o propósito do Reino de Deus e o quanto é necessário investir financeiramente nisso. Sem dúvida, se os empresários se unirem a fim de investir financeiramente em suas igrejas, sem dúvida avançaremos poderosamente no alcance dos perdidos, na restauração de famílias, na libertação daqueles que se encontram presos nas garras do diabo. Ou seja, o propósito principal do empreendedor vai muito além daquilo que ele imagina.
Logo em seguida, após ensinar as multidões através da empresa de Pedro, Jesus se direciona para o mesmo e diz algo: Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar (4). O interessante é que Pedro havia feito isso à noite toda. Entretanto, Jesus o desafia a fazer o mesmo mais uma vez. A pergunta é: Por que fazer esse desafio, se Pedro havia trabalhado a noite toda e sabia na prática que o “mar não tava pra peixe”?
A resposta é simples, amigo (a) empreendedor (a): Jesus fez esse desafio por que, para se viver milagres nos negócios você não se pode considerar situações aparentemente difíceis como situações absolutamente perdidas. Ou seja, Jesus sempre terá uma nova oportunidade para você recomeçar. Creia nisto: O SENHOR ESTÁ ABRINDO NOVAS PORTAS E LIBERANDO NOVAS OPORTUNIDADES PARA VOCÊ E SEUS NEGÓCIOS!
Como fazer isto na prática? Persistindo no trabalho. Deus gosta de gente que trabalha, por que Ele mesmo é trabalhador. Jesus disse: “Meu pai trabalha até agora”. É preciso continuar perseverante. Não desistir jamais. Esforçando-se mais ainda, pois aquilo que parece perdido para nós, para Deus pode ser o início de um grande milagre. Ou seja, é preciso ir para o alto largo, é preciso lançar novamente as redes, mesmo que isso pareça ilógico.
Diante disto, vemos outro fato interessante. O verso 05 registra a resposta imediata de Pedro: 5 Respondeu-lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos,.
Ou seja, por um dado momento Pedro condicionou a sua mente ao fato de ter trabalhado a noite inteira e não ter tido sucesso. Por um instante o pensamento de Pedro foi: Trabalhamos toda noite e não apanhamos nada. A lição aqui é a seguinte: Para vivermos milagres nos negócios precisamos pensar corretamente.
A bíblia diz em Pv. 23.7 que assim com você imagina em sua alma assim você se torna. Em I Coríntios 2.16 a bíblia afirma: Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo. Ou seja, pensar como Cristo deve ser um dos principais objetivos de todo empresário.
Filipenses 4:8 diz: Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.
Zig Ziglar disse certa vez: “A mente se esforça para realizar o que se imagina. Quando mudamos o que imaginamos, automaticamente mudamos nosso desempenho”.
Precisamos entender que em todas as esferas da vida, e por assim dizer, a empresarial, tudo passa pelo processo mental; o maior campo de batalha é a mente; se você for vencido na batalha da mente, a tua vida e dos teus projetos serão comprometidos. Ser vencido na mente é a primeira derrota. Então, não ceda!
Na carta aos Romanos 12.2b diz o seguinte: “Mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
Como isso se processa? Por meio da palavra. Pedro ouviu a palavra e aplicou a Palavra. A palavra gerou renovação na mente. Ele disse: “mas sob a tua palavra lançarei as redes”. Ou seja, para condicionar a mente para o sucesso é preciso alimentar-se com a Palavra da Verdade. No livro de Salmos, no capítulo de número um, afirma que se meditarmos na palavra de Deus de dia e de noite seremos como uma arvore plantada junto a ribeiros de água no qual dá o seu fruto na estação própria e cuja folhagem não murcha e tudo que faz prospera. Repito: Tudo quanto faz prospera!
Por fim, após a renovação da mente e a praticidade da palavra algo maravilhoso aconteceu.
Veja o que a bíblia diz: 06. Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes. 07. Então, fizeram sinais aos companheiros do outro barco, para que fossem ajudá-los. E foram e encheram ambos os barcos, a ponto de quase irem a pique.
Perceba que Pedro fez sinal aos companheiros do outro barco. Que barco era aquele? Aquele barco foi o barco com quem ele estava pescando durante a noite. Ele chamou aqueles que estavam com eles durante a noite inteira. Ele chamou aqueles que ralaram com ele. Ele chamou aqueles que juntamente com ele não pescaram absolutamente nada. Ou seja, Pedro não esqueceu aqueles que estiveram com ele no tempo da escassez.
Para viver milagres nos seus negócios você não pode esquecer aqueles que estiveram ao teu lado quando você não tinha nada. É preciso honra que estiveram ao lado no tempo da prova. Aqueles que perseveraram no sonho empresarial que você compartilhou. Aquele funcionário que deu o seu melhor. Aquele pai de família que passou horas a fio depois do expediente por que você o solicitou. É preciso reconhecer e honrar aqueles que estão ao nosso lado. Isso é fundamental, querido empreendedor (a) para alcançarmos as bênçãos de Deus para os nossos negócios.
Senão, veja: A bíblia diz que as redes estavam se rompendo. Ou seja, se Pedro não compartilhasse a benção ele só iria perder. Há muitos empreendedores que não vivem milagres por que não compartilham. Eles são bons em sugar do outros em benefício próprio, mas péssimos em honrar aqueles que o honram. Pensemos nisso! Pois Jesus tem milagres para os nossos negócios.
H. S. Lima
sábado, 16 de janeiro de 2010
A FAMÍLIA É A BASE DA SOCIEDADE, MAS QUEM É A BASE DA FAMÍLIA?
A Constituição da República Federativa do Brasil afirma no artigo 226: “A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado”. Ou seja, ela é – pelo menos é o que se espera – a estrutura principal que mantém a sociedade “erguida”. O fundamento estabelecido por Deus para a sustentação e o instrumento para o equilíbrio social. O alicerce sem o qual nossa sociedade se transforma num amontoado de tijolos.
Isto é um conceito universal, imutável e amplamente aceito.
O que não se pode aceitar é o descaso em relação a tudo isso. O Estado que deveria proteger, ou melhor, proteger de uma forma especial, tem desconstruído a sociedade a partir de uma completa indiferença às necessidades básicas da família. Pouco se faz, ou quase nada, para se blindar os valores que regem a sociedade. A política que deveria ser – e tenho esperança que se torne – exercida para o bem, acaba sendo pela maioria, praticada com um olho no poder e outro no que é conveniente. É lógico, e preciso mencionar a exceção de alguns nobres homens, como o Exmo. Sr. Senador Magno Malta que tem feito diferença nesta nação. Isto me faz lembrar uma frase que ouvi certo dia: “Coloque poder nas mãos de um homem, e você verá quem ele é”. Sejamos sinceros: o que àqueles que estão no poder – digo sua esmagadora maioria - fazem para proteger os valores da família?
Os ditos formadores de opiniões, por sua vez, têm sido os grandes incentivadores desta desconstrução. Só pode ser em nome da “grana”! Basta um mínimo de inteligência, olhar para a grande mídia, e tirar tais conclusões. O tempo na TV, por exemplo, que poderia ser gasto até o último segundo para influenciar positivamente é inutilizado com propagandas medíocres, com mensagens promiscuas, que deixaram de ser subliminares a muito tempo. A coisa hoje é escancarada! Querem subverter os valores fundamentais em detrimento do negócio. Vender um produto, promovendo a prostituição, como no infeliz caso das havaianas, onde a triste cena, pasmem, mostra uma velhinha incitando uma adolescente a praticar sexo irresponsável com um camarada. Detalhe: a adolescente era a própria neta. Lembra? Nos noticiários, 90% - fiz questão de calcular – abordam com todo profissionalismo, morte, tragédia, corrupção, miséria, traição, prostituição, roubo, e ainda dão certo espaço para os escândalos dos famosos. Isso sem contar, obviamente, com as novelas da vida e suas tramas tendenciosas, exploradoras de idéias venenosas tais como o divórcio, adultério, sexo à vontade, troca de casais, filhos contra pais, traições escancaradas, e por ai vai. E o que dizer da internet? Basta um “enter” para divulgar uma mentira, promover uma queda, e despertar o ódio. Será que esse é o caminho? Poxa, “peraí”! Acredito que poderiam aproveitar melhor os meios de comunicação. Chega! Não aceito tanta promoção da desesperança.
Por outro lado, vivemos dias onde se supervaloriza afetos, e muito se banaliza a moralidade. Fala-se que o importante é amar, no entanto, pouco se fala da responsabilidade que o amor exige. O amor é responsável, assim como a afetividade não me dá o direito de ferir princípios e valores que regem a conduta do ser humano. Ou seja, há uma falsa moralidade escancarada nas ruas querendo considerar comum aquilo que é abominável. É a tentativa de estabelecer um padrão de valores infinitamente distante da dignidade humana. É a moda do hedonismo, que despreza a moralidade à custa do prazer imediato e individual como conduta de vida, rejeitando tudo o que possa ser desagradável. É a indiferença macabra em relação ao seu próximo. É a cauterização da mente e a entrega suicida aos prazeres do eu que considera idiota aquele que procura ser correto. O apóstolo Paulo afirmou em Romanos 1.25: “pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servido a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! E ainda completa a partir do verso 28: E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.
Em provérbios 22.18 a bíblia também diz algo muito interessante para os nossos dias: “Não removas os marcos antigos que puseram teus pais”. Ou seja, não arranque os valores e princípios que foram construídos ao longo da vida, e no seio familiar. A geração de hoje, em nome de uma falsa liberdade, tem a tendência de ignorar os ensinamentos de ontem. Rejeitar os conselhos daqueles que viveram para poder falar. Não se podem removê-los, ou melhor, é preciso resgatá-los. Reconstruí-los na nossa sociedade, pois a família sempre foi e sempre será à base. Você pode até me achar arcaico, ainda que eu tenha meus trinta e um, mas essa é mais pura verdade. Existem valores absolutos que precisam ser protegidos.
Sendo assim, devemos reconstruir os valores, não somente segundo o que a família representa para o meio em que vivemos, mas conforme o que ela deve significar para cada indivíduo. Acredito que “família” não é apenas a base da sociedade. Ela é à base da vida que compõe a sociedade, e, portanto, a base do nosso ser. Ora, se a família é à base da sociedade, e primariamente base do nosso ser, qual será, então, à base da família?
A resposta a esta pergunta está no preâmbulo da própria Constituição Federativa da República do Brasil. Isso mesmo! Lá no início da Constituição e bem no final do texto, onde vemos O FUNDAMENTO e a FONTE da família. AQUELE que não só o Estado, como todos precisam valorizar, e que nos dá uma consciência transformada para sermos de fato a base firme da sociedade. Somente aderindo aos Seus valores, cultivando Sua Palavra, vivendo segundo o Seu amor e debaixo de Sua proteção, nossa sociedade estará no caminho certo para viver abundantemente.
Ou seja, a família é à base da sociedade, mas nunca podemos esquecer que só Deus, em Cristo Jesus, é à base da família.
Que abençoe o seu lar.
Isto é um conceito universal, imutável e amplamente aceito.
O que não se pode aceitar é o descaso em relação a tudo isso. O Estado que deveria proteger, ou melhor, proteger de uma forma especial, tem desconstruído a sociedade a partir de uma completa indiferença às necessidades básicas da família. Pouco se faz, ou quase nada, para se blindar os valores que regem a sociedade. A política que deveria ser – e tenho esperança que se torne – exercida para o bem, acaba sendo pela maioria, praticada com um olho no poder e outro no que é conveniente. É lógico, e preciso mencionar a exceção de alguns nobres homens, como o Exmo. Sr. Senador Magno Malta que tem feito diferença nesta nação. Isto me faz lembrar uma frase que ouvi certo dia: “Coloque poder nas mãos de um homem, e você verá quem ele é”. Sejamos sinceros: o que àqueles que estão no poder – digo sua esmagadora maioria - fazem para proteger os valores da família?
Os ditos formadores de opiniões, por sua vez, têm sido os grandes incentivadores desta desconstrução. Só pode ser em nome da “grana”! Basta um mínimo de inteligência, olhar para a grande mídia, e tirar tais conclusões. O tempo na TV, por exemplo, que poderia ser gasto até o último segundo para influenciar positivamente é inutilizado com propagandas medíocres, com mensagens promiscuas, que deixaram de ser subliminares a muito tempo. A coisa hoje é escancarada! Querem subverter os valores fundamentais em detrimento do negócio. Vender um produto, promovendo a prostituição, como no infeliz caso das havaianas, onde a triste cena, pasmem, mostra uma velhinha incitando uma adolescente a praticar sexo irresponsável com um camarada. Detalhe: a adolescente era a própria neta. Lembra? Nos noticiários, 90% - fiz questão de calcular – abordam com todo profissionalismo, morte, tragédia, corrupção, miséria, traição, prostituição, roubo, e ainda dão certo espaço para os escândalos dos famosos. Isso sem contar, obviamente, com as novelas da vida e suas tramas tendenciosas, exploradoras de idéias venenosas tais como o divórcio, adultério, sexo à vontade, troca de casais, filhos contra pais, traições escancaradas, e por ai vai. E o que dizer da internet? Basta um “enter” para divulgar uma mentira, promover uma queda, e despertar o ódio. Será que esse é o caminho? Poxa, “peraí”! Acredito que poderiam aproveitar melhor os meios de comunicação. Chega! Não aceito tanta promoção da desesperança.
Por outro lado, vivemos dias onde se supervaloriza afetos, e muito se banaliza a moralidade. Fala-se que o importante é amar, no entanto, pouco se fala da responsabilidade que o amor exige. O amor é responsável, assim como a afetividade não me dá o direito de ferir princípios e valores que regem a conduta do ser humano. Ou seja, há uma falsa moralidade escancarada nas ruas querendo considerar comum aquilo que é abominável. É a tentativa de estabelecer um padrão de valores infinitamente distante da dignidade humana. É a moda do hedonismo, que despreza a moralidade à custa do prazer imediato e individual como conduta de vida, rejeitando tudo o que possa ser desagradável. É a indiferença macabra em relação ao seu próximo. É a cauterização da mente e a entrega suicida aos prazeres do eu que considera idiota aquele que procura ser correto. O apóstolo Paulo afirmou em Romanos 1.25: “pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servido a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! E ainda completa a partir do verso 28: E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes, cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores, caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais, insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.
Em provérbios 22.18 a bíblia também diz algo muito interessante para os nossos dias: “Não removas os marcos antigos que puseram teus pais”. Ou seja, não arranque os valores e princípios que foram construídos ao longo da vida, e no seio familiar. A geração de hoje, em nome de uma falsa liberdade, tem a tendência de ignorar os ensinamentos de ontem. Rejeitar os conselhos daqueles que viveram para poder falar. Não se podem removê-los, ou melhor, é preciso resgatá-los. Reconstruí-los na nossa sociedade, pois a família sempre foi e sempre será à base. Você pode até me achar arcaico, ainda que eu tenha meus trinta e um, mas essa é mais pura verdade. Existem valores absolutos que precisam ser protegidos.
Sendo assim, devemos reconstruir os valores, não somente segundo o que a família representa para o meio em que vivemos, mas conforme o que ela deve significar para cada indivíduo. Acredito que “família” não é apenas a base da sociedade. Ela é à base da vida que compõe a sociedade, e, portanto, a base do nosso ser. Ora, se a família é à base da sociedade, e primariamente base do nosso ser, qual será, então, à base da família?
A resposta a esta pergunta está no preâmbulo da própria Constituição Federativa da República do Brasil. Isso mesmo! Lá no início da Constituição e bem no final do texto, onde vemos O FUNDAMENTO e a FONTE da família. AQUELE que não só o Estado, como todos precisam valorizar, e que nos dá uma consciência transformada para sermos de fato a base firme da sociedade. Somente aderindo aos Seus valores, cultivando Sua Palavra, vivendo segundo o Seu amor e debaixo de Sua proteção, nossa sociedade estará no caminho certo para viver abundantemente.
Ou seja, a família é à base da sociedade, mas nunca podemos esquecer que só Deus, em Cristo Jesus, é à base da família.
Que abençoe o seu lar.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
OS NOTÁVEIS DA TERRA

Sobre a terra existe uma classe de homens distintos. Trata-se de um grupo de pessoas extraordinárias das quais o mundo não é digno, mas que certamente necessita. Homens e mulheres capazes de gastar própria a vida. Heróis anônimos que o mundo cruel, na maioria das vezes, não reconhece.
Eles não são mega-empresários, políticos, nem famosos de TV. Não são pessoas milionárias, cientistas renomados, nem estrelas do esporte. São mais do que isto! Eles são chamados de "Os notáveis".
São pessoas dignas de apreço. Destacadas por méritos. Consideradas ilustres. Homens e mulheres de profunda honra. Memoráveis cidadãos. Príncipes do Reino.
Eles sabem que a recompensa deles não se resume a esta vida. Contudo, esmeram-se com o objetivo de honrá-la. São pessoas que celebram a existência, mas que acima de tudo, cumprem o propósito pelo qual existem.
Tantas vezes são perseguidos, injustamente caluniados. Muitos deles morrem proclamando suas convicções. São espetáculos ao mundo. Tantos se tornaram mártires da causa maior, cujo sangue clama até os dias de hoje. Eles suportam até fim!
São os notáveis! Verdadeiros heróis deste mundo! Valentes como a leoa parida, fortes como o boi selvagem, contudo, tão simples como as pombas.
São herdeiros de uma pátria maior, preparada exclusivamente pra eles. São os notáveis!
Sim, e quem são eles?
Saiba você, que os notáveis são os “santos” que há na terra. Isto mesmo! Os santos, que pela graça eterna, tornam este mundo melhor.
São pessoas separadas, destinadas a eternidade. Canais por onde milagres acontecem. Homens e mulheres movidos pela fé, e, por isso, rompedores de limites. São chamados de loucos. Santos “birutas” incompreendidos pelos homens, mas amados por Deus, a Quem devotam a vida, por amor eterno.
Próximos do céu, mas não distantes dos homens, são peregrinos e passageiros na terra. Apaixonados pela vida. Proclamadores da salvação. Quando se apresentam é impossível não notá-los! Pessoas que deixam um rastro de glória por onde passam. Que incomodam os de coração impuro, e inspiram os de alma humilde. Eles decidiram viver uma máxima suprema: serem santos como Deus é.
Suas divisas ministeriais são reconhecidas no mundo celestial. São guerreiros espirituais que impõe respeito ao mais terrível demônio, pois não falam por si, mas no nome Daquele que os alistou: No Nome de Jesus.
Não se promovem. Não buscam glória. Não amam o pecado. Não são religiosos. Não são movidos por necessidades, mas são supridos pelo “Eterno”.
Aliás, o “Eterno” os amam! Sim, são preciosidades para o Criador! Homens e mulheres por quem o Senhor tem todo o prazer. Ou seja, a alegria plena do Todo Poderoso. Motivos de espaçosos sorrisos na Face de Deus. Certeza da satisfação total no coração do Pai.
Saiba disto e o Nosso Deus já afirmou: “Quanto aos santos que há na terra, são eles os notáveis, nos quais tenho todo o meu prazer” (Salmos 16.3).
Acredite! Deus quer o encher o planeta de pessoas santas. Encontrei com uma delas hoje pela manhã e fui constrangido a está mais perto do Senhor.
Foi por isso que escrevi estas poucas palavras. Para certamente te desafiar a fazer o mesmo. Você quer?
H. S. Lima
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